Pufes e banquinhos criativos e ecologicamente corretos, fabricados em papelão ondulado e 100% reciclável, são a principal fonte de renda do designer de produtos Mateus Machado, de Tubarão (SC). Quando tinha 24 anos, ele criou a Meu Puff Ecológico. A iniciativa passou inicialmente por uma incubadora até tomar corpo e caminhar com as próprias pernas, conquistando consumidores em todo o Brasil, por meio de uma loja virtual, 22 pontos de venda, e participações em feiras, como a Craft, a maior do setor de cartonagem, realizada anualmente em São Paulo.
Mateus conta que começou a empresa fabricando apenas um modelo, feito só com papelão ondulado. Hoje tem oito versões, incluindo duas em que utiliza bobina industrial de papel como base e outras duas com madeira de demolição. Os puffs e bancos são confeccionados com 20% de material reciclado e 80% de matéria-prima virgem para garantir maior durabilidade. O revestimento pode ser feito em algodão liso reciclável ou algodão estampado comum. “Na próxima edição da Craft, vamos lançar mais quatro modelos. Esta feira é muito importante para o nosso negócio, fazemos muitos contatos, além de vender no atacado”, destaca o jovem empresário.
O empreendimento tem capacidade para produzir mensalmente de 300 a 400 peças e vende em média 120 unidades no mesmo período. Mateus afirma que não tem vontade de produzir em escala, especialmente porque seu foco é o segmento de decoração. As peças custam de R$ 39,90 (banco Eco Cub) a R$ 440 (puff Baú Plus com madeira de demolição). “O modelo mais vendido é o pufe Eco 2.0, ao preço de R$ 89,90", diz o Mateus.
Além do uso de materiais ecológicos, a fabricação segue um processo mais simples. “A opção pela loja virtual também tem tudo a ver com a filosofia da marca ecológica, não tem consumo de um espaço físico. A gente quer mostrar nossos produtos em canais nacionais e atingir uma consolidação de mercado. Para isso, é preciso paciência e persistência”, avalia.
A Meu Puff Ecológico participou do 9º Seminário Inovação & Design, promovido pelo Sebrae no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro. Alguns de seus produtos também foram expostos no Salão de Design e Inovação, chamando a atenção dos participantes e visitantes.
De olho no meio ambiente e na Copa do Mundo 2014,
a capital federal vai testar um ônibus 100% movido a eletricidade.
Nos próximos
três meses, especialistas da Universidade de Brasília (UNB) e população poderão
avaliar a eficiência do veículo que, além de usar fonte de energia renovável,
promete reduzir a poluição sonora.
Fabricado na China, onde circulam
cerca de 1,8 mil ônibus elétricos, o modelo funciona com um conjunto de baterias
de 538V, que garantem ao coletivo percorrer até 150 quilômetros numa única
recarga.
Cada bateria leva de uma a três horas para ser
recarregada e tem vida útil de pelo menos cinco anos. O ônibus possui
ar-condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas – 28 sentadas, 31 em pé
e um espaço para cadeirante.
Se o desempenho do ônibus elétrico agradar,
a intenção é trazer para Brasília a fábrica que produz o veículo ecológico, para
modernizar o sistema de transporte urbano.
A introdução de veículos
elétricos e híbridos no transporte coletivo também faz parte do acordo celebrado
entre o governo do Distrito Federal e a Federação Internacional de Futebol
(FIFA) para a Copa do Mundo de 2014. A meta é que essa frota transporte
torcedores e turistas do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional de
Brasília Mané Garrincha.
Na Escola Politécnica (Poli) da USP, pesquisa mostra que o bagaço de cana-de-açúcar pode ser aproveitado pelas usinas de açúcar e etanol para produzir eletricidade em uma central termelétrica com turbinas a vapor.
O estudo do engenheiro eletricista Fernando Alves dos Santos estima que uma usina de médio porte geraria 42 megawatts de energia elétrica por hora, consumindo anualmente 500 mil toneladas de bagaço, usado como combustível das caldeiras que produzem o vapor. A produção, além de suprir o abastecimento de energia da própria usina, gera excedentes que podem ser comercializados.
A pesquisa analisou o potencial da biomassa de cana na geração de energia elétrica, onde é produzida e como pode ser aproveitada. “A biomassa é composta pelo bagaço de cana-de-açúcar, um resíduo industrial obtido após a moagem da cana para extração do caldo, que será usado na produção de açúcar e etanol”, diz Santos.
O bagaço é queimado em caldeiras produtoras de vapor, substituindo combustíveis de fontes não-renováveis, como gás natural e carvão. “O vapor alimenta uma turbina, movimentando hélices que geram energia mecânica”, conta o engenheiro. “Na extremidade da turbina há um gerador que converte a energia mecânicia em energia elétrica.”
A partir do ranking de produção das usinas de médio porte no Estado de São Paulo, a pesquisa estimou uma média anual de 2 milhões de toneladas de cana moídas por usina. “Com 500 mil toneladas de resíduos, cada termelétrica poderia produzir 42 megawatts de eletricidade por hora, durante 4.600 horas por ano”, ressalta Santos. “Quanto mais cana é moída, maior é o potencial energético.”
Excedentes de energia
A instalação da termelétrica, além de poder suprir o consumo da própria usina, também abre a possibilidade de comercialização dos excedentes de energia. “Estima-se uma usina de médio porte consuma cerca de 13 megawatts de eletricidade por hora”, observa o engenheiro. “O que sobra pode ser comercializado em leilões de fontes de energia renováveis ou vendido a um consumidor cativo, como uma indústria de grande porte, que tenha o direito de comprar energia de um determinado produtor e não da concessionária local.”
Santos lembra que as usinas já necessitam de vapor em equipamentos como evaporadores de caldo, cozedores e colunas de destilaria. “A energia gerada pela termelétrica é um subproduto do processo produtivo, pois antes do vapor produzido nas caldeiras ser consumido, ele passa pela turbina”, diz. “Por isso se diz que esse sistema é de co-geração, pois aproveita a energia térmica consumida na indústria para produzir energia elétrica.”
A pesquisa apresenta cálculos e indicações para os empresários interessados em instalar termelétricas nas usinas. “Uma das recomendações é melhorar a eficiência dos equipamentos consumidores de vapor usados na produção de açúcar e etanol, o que liberaria mais vapor para a geração de energia”, afirma Santos. O trabalho foi orientado pelo professor Luiz Natal Rossi, da Poli.
O engenheiro também sugere o incremento da biomassa com a adição de palha de cana ao bagaço. “A palha, ao invés de ser descartada no campo durante a colheita, seria trazida para a indústria”, aponta. “Misturada ao bagaço, a palha agrega menos umidade e aumenta o poder calorífico, ampliando o potencial de geração de vapor e consequentemente a capacidade de produzir energia.”
Iniciativa engloba parceria com o Jardim Botânico e lançamentos da maior RPPN de restinga do país e de um viveiro de mudas nativas da região
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, de Eike Batista, apresentou a maior Reserva Particular de Patrimônio Natural de restinga do Brasil, a RPPN Caruara. Com cerca de quatro mil hectares, a área fica em São João da Barra (RJ), onde a LLX está construindo o Superporto do Açu. Com o objetivo de transformar o local em um centro de conhecimento e pesquisa sobre espécies vegetais de restinga, na solenidade foram assinadas parcerias com o Instituto Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).
A iniciativa faz parte do Programa de Conservação da Biodiversidade, um projeto também lançado pela LLX que inclui ainda um viveiro de mudas nativas, com capacidade para produzir 500 mil unidades por ano; e um Estudo de Ecologia da Paisagem, cujo objetivo é identificar características e histórico da região, e contribuir tanto para o planejamento territorial dos empreendimentos do Açu, quanto para a gestão pública na região.
Com isso, o projeto, que faz parte da política da LLX e de todo o Grupo EBX de extrapolar obrigações legais associadas aos licenciamentos ambientais do Superporto, vai promover não apenas ações de preservação da biodiversidade da região, mas também o desenvolvimento de pesquisas aplicadas à utilização e à proteção da restinga. Esta é uma característica especialmente importante para a região de São João da Barra, onde o litoral é considerado o de menor nível de conhecimento da flora. A LLX prova, desta maneira, que é possível conciliar a produção empresarial e a conservação da biodiversidade nas áreas dos empreendimentos e em seu entorno.
PRESERVAÇÃO DA RESTINGA
A RPPN Caruara, a maior de restinga em todo o país, tem aproximadamente 4 mil hectares, o que corresponde a cerca de quatro mil campos de futebol do Maracanã. Este, no entanto, será o seu tamanho no papel, já que a sua área protegida ultrapassa 4 mil hectares, quando somada à faixa de praia. A extensão do terreno da Caruara é maior do que duas vezes a soma de todas as 47 RPPNs registradas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), e sua criação garante a proteção de todas as formações naturais da região, como lagoas, remanescentes de restinga em ótimo estado de conservação e o trecho mais preservado da praia.
A área protegida engloba, portanto, um dos principais fragmentos de restinga preservados do Norte do Estado, além das Lagoas de Grussaí e Iquipari, esta última extremamente preservada, desde suas nascentes até sua foz, na Praia do Açu. Por lá, os trabalhos de recomposição vegetal e enriquecimento de espécies serão desenvolvidos dentro da RPPN, favorecendo, desta forma, a ligação da área reflorestada e a flora já existente. Até o momento, já foram plantadas aproximadamente 100 mil mudas.
Após a assinatura da portaria do INEA que cria oficialmente a RPPN Caruara, a LLX se empenhará na elaboração do Plano de Manejo da unidade, fazendo com que se torne a maior referência para a conservação dos ambientes de restinga do país e um ambiente de uso sustentável para todos os trabalhadores e moradores da região.
LLX SE UNE AO JARDIM BOTÂNICO E À UENF PARA PESQUISAS E MANEJO NA RPPN
Neste contexto, as parcerias com universidades e instituições de pesquisa, como o Instituto Jardim Botânico e a Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense) são uma grande oportunidade para o estudo científico da restinga e para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas aos ecossistemas costeiros.
É por isso que paralelamente à oficialização da reserva, a LLX lança o Programa de Manejo e Conservação da Biodiversidade Vegetal do Açu, dividido em duas frentes: o centro de estudos e pesquisas para a conservação da biodiversidade em parceria com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e com a Universidade Estadual do Norte Fluminense; e o núcleo de reprodução e manejo de espécies de restingas.
É por tudo isso que a unidade será um polo gerador de conhecimento e uma referência para produção científica sobre a restinga.
A unidade vai proteger, em caráter perpétuo, esse ecossistema, que é um dos mais ameaçado do Brasil.
VIVEIRO
Atualmente, o Grupo EBX está produzindo todas as mudas das espécies nativas que serão usadas para recompor as restingas da região que abrange o Complexo do Açu, no viveiro institucional. Hoje, o viveiro produz e maneja mais de 53espécies de restingas. Entre elas, estão quatro ameaçadas de extinção: Pimenta da praia (Jacquinia Brasiliensis), Almescla (Protium heptaphyllum), Pau-ferro (Melanopsidium nigrum) e Quixaba (Sideroxylon obtusifolium) – de acordo com lista oficial do IBAMA, Instrução Normativa MMA nº 6, de 23 de setembro de 2008. Outras importantes espécies também reproduzidas no viveiro são Pitanga (Eugenia uniflora), Aroeira (Schinus terebinthifolia), Abaneiro (Clusia hilariana), Bacupari (Garcinia brasiliensis), Camboinha (Myrciaria tenella), Calombo (Pera glabrata), Fruto de guaxo (Cupania emarginata), Murici (Byrsonima sericea) e Guanandi (Calophyllum brasiliensis), entre outras.
O Viveiro Institucional, que ocupa uma área de 8 mil metros quadrados, é composto por Casa de Germinação (onde as sementes coletadas são semeadas); Casa de Sombra (onde as mudas recebem um tratamento especial, com apenas 20% de luminosidade e fertirrigação para otimização do crescimento vegetal); Casa de Crescimento (onde as mudas recebem 50% de luminosidade e são selecionadas as de melhor fitossanidade e mais desenvolvidas); Área de Pleno Sol (etapa final de produção das mudas, onde são expostas diretamente ao sol e ao vento, simulando o real cenário de campo).
Outro importante produto que está sendo desenvolvido por lá é o Guia de Reprodução de Espécies de Restinga, que fornecerá os dados do manejo em viveiro das espécies produzidas, como época e modo de coleta dos frutos e sementes, beneficiamento, secagem, germinação, repicagem, características de crescimento, principais doenças e o modo de combate e rustificação da muda.
Genebra - A economia verde já emprega quase 3 milhões de brasileiros e, na próxima década, poderá se transformar em um dos setores mais dinâmicos dos países emergentes.
Um estudo produzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, revela que até 60 milhões de postos de trabalho pelo mundo poderão ser criados se governos incentivarem novas tecnologias ambientais e garantirem apoio a setores relacionados com a economia verde.
Segundo o estudo, metade da mão de obra mundial - cerca de 1,5 bilhão de pessoas - será de alguma forma afetada pela transição do atual modelo para um padrão ambientalmente sustentável, especialmente nos setores de agricultura, pesca, energia, construção e transporte. Só no setor de energia renovável, 5 milhões de postos de trabalho foram criados no mundo entre 2006 e 2010. Na Europa, 14,6 milhões de pessoas já trabalham em cargos relacionados com a proteção da biodiversidade.
O Brasil criou 3 milhões de postos de trabalho no setor ambiental, o que representa 7% da mão de obra nacional. Parte importante desses trabalhadores está no setor de energia renovável. Em 2008, eram 2,6 milhões de brasileiros nessa posição. Nos países emergentes, investimentos de US$ 30 bilhões para a preservação de florestas podem gerar 8 milhões de empregos. A expectativa é de que entre 0,5% e 2% do total de trabalhadores no mundo estejam no setor ambiental.
Rio de Janeiro – A crescente pressão de consumidores em todo o mundo por
produtos e processos ambientalmente responsáveis poderá tirar mercado de
empresas que não sejam sustentáveis. O alerta foi dado hoje (30) durante o
debate que marcou o lançamento do Guia Rio+20, com as principais
informações sobre a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento
Sustentável (Rio+20). O encontro reuniu empresários e lideranças da área
econômica e ambiental no Rio de Janeiro.
A presidenta-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o
Desenvolvimento Sustentável (Cebds), Marina Grossi, disse que as empresas que
não se adequarem aos novos tempos perderão mercado. “Vão ser punidas pelo
consumidor, que tem o papel de pressionar e exigir transparência”, disse.
Marina frisou que é possível conciliar obtenção do lucro com uma atitude
ambientalmente responsável. “Esse é um dos temas da conferência. A economia
verde visa computar os impactos ambientais e sociais. Hoje o custo real de um
produto não é registrado”.
O presidente do Conselho Curador da Fundação Brasileira para o
Desenvolvimento Sustentável (FBDS), Israel Klabin, também alertou para a
possível perda de competitividade no mercado das empresas que continuarem a
adotar políticas não sustentáveis.
“Você tem dois efeitos, de baixo para cima e de cima para baixo. Tem que ter
uma decisão da empresa, mas também um empurrão de baixo, que são os
contingenciamentos que o mercado produz. Isso está acontecendo em vários
lugares. O lucro não é o lucro financeiro. Tem que ser o produto final da
inclusão social, custo do impacto ambiental da produção e, finalmente, o lucro
econômico”, disse Klabin.
A questão da sustentabilidade é um tema bastante discutido nas últimas décadas. Com o crescimento da população e do avanço tecnológico, essa questão está cada dia mais evidente. Bons exemplos desta preocupação são a polêmica proibição das sacolinhas plásticas nos supermercados e a restrição do uso de determinadas lâmpadas que consomem muita energia. E essa tendência do “verde”, de acordo com os especialistas, deve só aumentar.
As grandes empresas estão de olho neste mercado e investindo em novos produtos para atender a demanda de consumidores que desejam, não apenas preservar o ambiente, como também economizar.
O site Mashable Tech reuniu cinco invenções, com tecnologias de ponta, que prometem funcionamento verde e ainda economia financeira. Vale a pena conferir:
Termostato Em países muito frios, o termostato é item obrigatório dentro das casas. Os modelos fabricados pela Nest Labs conseguem ajustar a temperatura dos ambientes baseado nos horários e no estilo de vida dos moradores. Em aço inoxidável e com o visual feito pelos criadores do design do iPod, ele é também uma peça de decoração.
Eletrodomésticos A LG criou uma lavadora extremamente inteligente. A Lavadora Smart tem tecnologia Wi-Fi e é capaz de realizar diagnósticos de problemas: ela promete reconhecer os horários fora de pico e usar a energia para seus ciclos mais demorados apenas nesse período. Além disso, como é Wi-Fi, pode ter manutenção feita pela rede de forma mais prática e rápida.
Adaptadores Nos EUA, empresas como a Green Plug oferecem a solução perfeita para evitar desperdício de energia. Os adaptadores controlam a quantidade de energia absorvida pelos aparelhos e, assim que estão carregados, param automaticamente de puxar energia.
Luzes Lâmpadas que acendem quando passamos já existem há muito tempo. Mas a novidade agora são os programas inteligentes que controlam a luz: acendem e apagam as lâmpadas dos cômodos da casa de acordo com a necessidade. A tecnologia é muito usada principalmente para quem está de férias e quer dar a ideia de que existe alguém na residência.
Cidade ecológica A Panasonic planeja construir uma cidade ecológica no Japão em 2014. O projeto, batizado de Fujisawa Sustainable Smart Town, terá mais de mil casas com painéis de captação solar e até uma bateria de lítio interna, capaz de armazenar energia para sustentar a residência por até uma semana.
O escritório britânico ZM Architecture criou uma tecnologia capaz de produzir energia solar a partir de imitações das plantas.
A Solar Lilly tem o formato de uma vitória-régia gigante de 30 metros de diâmetro. Ela fica ancorada ao leito do rio e contém pequenos motores internos para mover as placas e aproveitar os raios solares.
A Solar Lilly não necessita de grandes áreas reservadas para a produção energética. Além disso, as placas podem ser desmontadas e transportadas para outros locais. Dessa forma, elas podem ser instaladas nos ambientes com as condições mais propícias à produção da energia limpa, o que aumenta o aproveitamento.
O sistema de obtenção da energia a partir do Sol foi pensado para ser uma nova maneira de aproveitar os recursos naturais e dar utilidades aos rios sem agredir o meio ambiente. A tecnologia foi testada no rio Clyde, em Glasgow, na Escócia. O resultado foi tão positivo que despertou o interesse de outros países.
Em 2008, a novidade recebeu um selo de aprovação do International Design Awards e ficou em segundo lugar no concurso internacional Green Dot Awards. Depois disso, órgãos municipais e organizações da Ásia, Brasil, Europa e Coreia manifestaram interesse em utilizar a Solar Lilly.
"Algumas pessoas dizem que a economia verde tem essa cor por causa do dólar", afirma, em tom de brincadeira, o embaixador André Aranha Corrêa do Lago. O negociador chefe do Brasil para a Rio+20 se permite zombar dos radicalismos, mas admite que o tema central da conferência da ONU, que ocorre entre 16 e 22 de junho no Rio, ainda carece de definições.
Fora a referência óbvia às causas ambientais, o verde, nesse caso, representa o que não é “marrom”, como é chamado o modelo que domina a maior parte das atividades econômicas, em que o avanço de empresas e governos implica em um alto custo para a natureza e a qualidade de vida do homem. O modelo almejado é aquele em que o uso dos recursos do planeta se dá de forma sustentável, sem riscos a espécies e ecossistemas, mas também sem inviabilizar o avanço dos negócios e o bem-estar.
Contagem regressiva para a Rio+20 Como qualquer atividade econômica, que movimenta lucros e interesses, há preocupações com a nova ordem que pode emergir a partir de propostas e modelos discutidos em encontros como a Rio+20. O Rio de Janeiro, na posição de quem deve dar exemplos como sede da conferência, criou uma subsecretaria estadual para a economia verde, ligada à secretaria de Meio Ambiente. Pioneira na implementação do conceito em nível governamental no Brasil, a subsecretária Suzana Kahn, que foi vice presidente do Painel Intergovernamental de mudanças climáticas (IPCC) até 2014, prefere ver a questão com o pé no chão. “No fundo, a economia verde pode manter a situação atual de dominância dos ricos em relação aos pobres. Como nós não temos dinheiro suficiente para investir em tecnologia, acabaríamos tendo que importar os painéis solares e as turbinas eólicas fabricadas por eles”, exemplifica.
Outra área sensível apontada por Suzana é a possibilidade de os países desenvolvidos usarem as novas regras economia verde para implementar barreiras comerciais protecionistas. “O que precisamos é criar salvaguardas para que isso não crie distorções”, alerta.
Desde já estão sendo discutidas formas de fazer com que, a partir da Rio+20, empresas, governos e entidades não governamentais possam estimular uma guinada em relação ao sistema de exploração dos recursos naturais de hoje. O ‘modus operandi’ da economia atual falhou, afirma Suzana, ao deixar de resolver os desafios impostos pelo meio ambiente, ao não se mostrar eficaz para dividir riqueza e ao deixar de promover melhor qualidade de vida para boa parte da população.
A economia, até aqui, caminhou desprezando a limitação dos recursos naturais e criou problemas que vão além dos países, dos continentes, como problemas climáticos, desequilíbrios de abastecimento e elevação do risco de desastres naturais.
A BM&FBovespa relançou hoje a Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA) que vai servir de ponte para investidores interessados em financiar projetos sociais. Todos podem contribuir, sejam pessoas jurídicas ou físicas residentes no Brasil ou no exterior.
As contribuições, de no mínimo R$ 20,00, podem ser feitas no novo site da BVSA (http://www.bvsa.org.br/). Desde 2003, ano em que foi lançado o projeto, a bolsa socioambiental já captou mais de R$ 12 milhões que foram investidos em mais de 100 projetos.
"Esse projeto é o menino dos olhos da BM&FBovespa. A BVSA tem um formato semelhante ao de uma bolsa de valores. Queremos listar o maior número de projetos possível de organizações não governamentais, entidades filantrópicas, escolas municipais, etc", disse Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBovespa.
O lixo domiciliar, se tivesse tratamento adequado, poderia gerar recursos da ordem de US$ 10 bilhões ao país por ano, dinheiro suficiente para beneficiar a população brasileira com cestas básicas e um plano habitacional. A estimativa é do economista Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil Ambiente e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável. Calderoni acredita que o país vai conseguir captar cerca de 80% desse valor em cinco a dez anos.
Para o economista, o “processo social de amadurecimento” que o país viveu nos últimos anos pode, com a implantação da atual Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece, por exemplo, o fim dos lixões e a logística de retorno de embalagens e produtos usados, aumentar ainda mais os ganhos com a reciclagem de lixo no Brasil.
Tenho visitado muitas empresas para discutir seus
projetos de sustentabilidade. Algumas vezes no sentido mais amplo, que envolve
os aspectos sociais, ambientais, econômicos e de governança corporativa.
Outras
apenas consideram o assunto dentro de um contexto social ou ambiental. Mas todas
estão buscando uma alternativa para se tornarem mais competitivas e, mais do que
isso, serem respeitadas e se sustentarem em suas atividades.
Com os negócios cada vez mais complexos e o
surgimento constante de novas tecnologias, buscar uma gestão sustentável pode
ser, muito mais do que um diferencial, questão de sobrevivência. Essa é uma
estratégia que pode aumentar a rentabilidade e atrair novos clientes, já que o
consumidor está mais exigente e privilegia as empresas consideradas
"sustentáveis".
A sustentabilidade busca um comportamento ético nos
negócios, contribuir para o desenvolvimento econômico e social, a preservação do
meio ambiente e melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores e da
comunidade local. Além disso, é vantajosa economicamente para a empresa. No fim
das contas, todos ganham. Mas para que essa ideia saia do papel e tenha
resultados efetivos, é preciso muito planejamento.
Nos últimos anos,
acompanhei empresas e executivos alardeando sobre ações sociais e ambientais.
Mas na realidade, muitos ainda não fazem a lição de casa e investem seu tempo em
um Planejamento Estratégico de Sustentabilidade – que possibilita investir
recursos de maneira consciente, planejada e estruturada para saber quanto, como
e onde investir. Assim, evita-se o desperdício de tempo e dinheiro em projetos
sem fundamento, presentes na pauta do dia sem que alguém ao menos os tenha
questionado.
A grande sacada é apostar em projetos de sustentabilidade
que tenham relação com a atividade-fim da companhia, estratégias e planos
futuros. Que tenham a ver com a sociedade e comunidade com a qual a empresa está
envolvida. E como se consegue isso? Com uma clara definição de como a companhia
pretende crescer, aonde ela quer chegar e como será o envolvimento das
áreas-chave da organização. Tudo deve estar listado e mapeado para saber a
influência dessas ações nos chamados grupos de interesse (stakeholders), na
cadeia produtiva, de fornecimento, no meio ambiente, no corpo de funcionários e
seus familiares, na comunidade e no relacionamento com os governos.
Em junho de 1992, o Rio de Janeiro voltou a ser, por decreto presidencial, a capital do Brasil. Protegidos por tanques e 15 mil homens do Exército no caminho entre o Aeroporto Internacional do Galeão e a zona sul, 108 chefes de estado desembarcaram na cidade para discutir os rumos do planeta, em busca de uma sociedade mais justa e sustentável.
O termo “sustentável”, aliás, tornou-se conhecido ali, na ECO-92, a histórica conferência que consolidou o ativismo ambiental e, progressivamente, levou às conversas das pessoas comuns conceitos como biodiversidade e mudanças climáticas.
Foram 12 dias de discussões que vararam noites – a ponto de deixar em carne viva os cotovelos do então embaixador do Brasil em Washington, Rubens Ricupero -, e também de uma maratona de manifestações de protesto, shows de música e apresentações de teatro que fizeram o lado festivo da conferência.
Entre os ilustres visitantes estava George Bush, em plena campanha pela reeleição à presidência dos Estados Unidos. Bush pai acabou derrotado pelo democrata Bill Clinton, mas, se os participantes da Eco 92 pudessem votar a derrota seria por diferença muito maior.
A figura mais hostilizada da conferência só foi festejada de alguma forma porque fez aniversário – 78 anos – e ganhou um bolinho de parabéns para você oferecido pelo presidente Fernando Collor, que estava no epicentro das denúncias que o enxotariam de Brasília três meses depois daquele encontro.
Vinte anos depois de sua estreia como cidade-marca de uma grande cúpula internacional, o Rio, agora sem tanques e com parte das favelas ocupadas por policiais militares, volta a ser, a partir de 13 de junho, a capital mundial do meio ambiente.
Cientistas, ativistas ambientais e chefes de estado tentarão, ao longo de 11 dias na cidade, apontar o caminho e estabelecer compromissos de governos e empresas para as próximas décadas, conciliando os anseios de uma classe média global emergente e a necessidade de frear o ritmo com que os 7 bilhões de humanos consomem os recursos do planeta – em 1992 éramos 5 bilhões e meio.
Bill Clinton é um dos convidados de honra aguardados, ao lado da chanceler alemã Angela Merkel, do governador-ator Arnold Schwarzeneger, do cantor Bono Vox, líder do U2, do cineasta James Cameron, de Avatar, e de 50 mil participantes inscritos para tentar, de novo, mudar o mundo.
As expectativas para Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, são imensas. Mas vêm seguidas de frustrações com as duas décadas em que houve menos avanços na área ambiental do que pretendiam os organizadores da Eco-92. É certo que hoje o mundo encara de forma diferente as questões ambientais, e a mudança se reflete em novos hábitos.
Há carros elétricos sendo produzidos, sacolas plásticas são banidas dos supermercados e as crianças absorvem, desde muito cedo, ao menos fragmentos do discurso "verde". Mas cientistas e autoridades no centro das discussões da Rio+20 alertam que mudanças muito mais profundas serão necessárias se o homem pretende, de fato, manter o planeta habitável para gerações futuras.
A provável aprovação do novo Código Florestal deve levar a anistia de 75% das multas acima de R$ 1 milhão impostas pelo Ibama por desmatamento ilegal. A informação foi divulgada em reportagem de Lúcio Vaz e João Carlos Magalhães, publicada nesta segunda-feira (5) no jornal Folha de São Paulo.
Os repórteres tiveram acesso à lista sigilosa e atualizada das 150 maiores multas do tipo expedidas pelo órgão ambiental. Dessas, 139 superam a marca de R$ 1 milhão e 103 serão suspensas, caso seja aprovado na Câmara o texto do código vindo do Senado.
As multas milionárias a serem anistiadas somam R$ 492 milhões e foram aplicadas pela destruição de 333 mil hectares de vegetação, o equivalente a duas cidades de São Paulo. No total, a lista revela que o valor total das multas perdoadas com a aprovação do texto chegará ao montante de R$ 8,4 bilhões.
Perfil
A maioria das infrações milionárias foi aplicada pelo Ibama entre 2006 e 2008 e nenhuma destas foi paga até hoje. Além disso, pelo menos 48 dos produtores anistiados também respondem a processos judiciais por crimes contra o ambiente – punição esta que deverá ser extinta com o novo texto. Da lista, dez foram processados também por manter trabalhadores em condições análogas à de escravo.
Os dez maiores desmatadores destruíram 98 mil hectares e receberam multas no valor de R$ 166 milhões.
A grande maioria dos infratores são os proprietários de fazendas e de empresas agropecuárias, embora também haja donos de madeireira, agroindústria, frigorífico, curtume, imobiliária e posto de gasolina.
- Cabo USB/AV [permite visualização em televisores]
- Manual de instruções
- Fita para transporte
CORTESIA:
- Carregador para pilhas AA e AAA
- Cartão de Memória SD Kingston de 1GB
VALOR AQUI NO COMPARTILHE
SUSTENTABILIDADE!: R$ 200,00
DESCONTO DE 73,30% DO VALOR DE
TABELA NO RS
OBS:Caso você desejar adquirir esta câmera entre em contato por
AQUI OBS 2:Lembrando que para ter frete grátis o valor da compra deve
ser a partir de R$ 150,00
OBS 3:Compartilhe esse post entre suas
mídias sociais! Seja sustentável!
Uma parceria firmada entre a Acadêmicos da Rocinha e o Instituto Synthesis vai possibilitar que grande parte do material usado no barracão da escola, na confecção de fantasias e alegorias, tenha destinação social após os desfiles.
O material carnavalesco que iria para o lixo será transformado em artesanato ecológico e rentável. Uma iniciativa que enche de orgulho Déo Pessoa, o presidente da primeira agremiação convidada a participar, a Rocinha.
- Em 2005, criamos o Núcleo de Responsabilidade Social de nossa escola e, de lá para cá, desenvolvemos diversos projetos nessa área. Costumo dizer que mais do que uma escola de samba, somos uma escola de vida. Por isso, recebemos com muito orgulho o convite do instituto (Synthesis) para participar desse projeto piloto - ressalta Pessoa.
O "Reciclando na folia", como foi batizado, beneficiará cerca de 130 jovens, filhos de ex-catadores do lixão de Itaoca (São Gonçalo), que foi fechado em janeiro deste ano.
- Essas famílias precisam encontrar opções para seu sustento. Pensando na quantidade de material desperdiçado após os desfiles, achamos que esse seria um caminho para ajudá-las - explica Almir Pereira Júnior, coordenador do Synthesis.
O projeto ainda conta com o apoio da ONG Guardiões do Mar, responsável pelo transporte do material; e da Associação Devas, que oferecerá as oficinas de ecodesign para os participantes.
Um dos assuntos mais comentados nos últimos anos é, sem dúvida, o ecodesign (ou design ecológico, design verde, eco friendly design, projeto para o meio ambiente e suas variações). Você pode estar se perguntando: “mas afinal, o que é e porque eu deveria me interessar por isso?” Então, esse post é pra você. Vamos lá!
A partir de 1960 percebeu-se que o planeta possuía recursos finitos e que a produção e descarte dos produtos gerava degradação ambiental. Nos anos 90 surge o termo ecodesign para se referir ao método de projetar produtos industriais com pouco impacto no meio ambiente e adaptados ao uso consciente dos recursos naturais – ou seja, relacionando aspectos de projeto e produção com a ecologia – sem invalidar a funcionalidade e utilização dos produtos.
Para caracterizar um produto como fruto de ecodesign podem ser utilizadas várias abordagens, que se referem à produção, ao tipo de material utilizado e até ao método de descarte. Reduzir, reutilizar, reciclar, aproveitar fontes alternativas de energia e produzir sem excessos são algumas dessas abordagens.
Podemos listar algumas das premissas do ecodesign:
Privilegiar materiais que respeitem o meio ambiente, de procedência ecológica, reciclados, certificados, biodegradáveis, reutilizados, leves, locais, renováveis e abundantes.
Aumentar a durabilidade e eficiência do produto
Projetar visando a reutilização ou a reciclagem dos materiais e embalagens
Reduzir o mix de materiais, de preferência utilizando apenas um tipo
Facilitar a desmontagem, separação, reposição e conserto das peças
Produzir de forma mais limpa e segura, sem prejudicar o equilíbrio ambiental (de preferência, usando o ciclo fechado, onde os resíduos voltam para a indústria)
Eliminar o uso de substâncias nocivas na produção e utilização do produto
Projetar produtos atemporais (sem modismos), anti-obsolescência
Desenvolver produtos multiuso, que possam ser utilizados por vários usuários e em mais de uma função
Estabelecer um sistema de retorno do produto ao fabricante
Reduzir a energia gasta na fase de transporte, otimizando a quantidade de produtos transportados
Cada dia aumenta o número de empresas e designers que trabalham dedicados ao ecodesign. Mas devemos ficar atentos!
Devido à busca por produtos ecológicos, muitas empresas “mascaram” seus produtos, divulgando-os como se tivessem preocupação ecológica – quando na verdade, a intenção é somente mais lucro. Esta armadilha é comum, e sem a correta informação corremos o risco de cair nela.
Há algumas semanas um jornalista da revista eletrônica me encaminhou umas perguntas relacionadas à sustentabilidade para uma reportagem que ele estava escrevendo e que foi publicada aqui.
Estava revisando as respostas que enviei e acho que é valido compartilhá-las no CS!.
Vejam abaixo.
O que é ser sustentável? Qual é o objetivo das ações sustentáveis?
Ser sustentável é fazer o “futuro, agora”. Ou seja, é ter uma visão de longo prazo e entender que esta visão tem de ser construída a partir de decisões e ações tomadas e realizadas agora. Isto serve tanto para empresas e governos, que trabalham (ou deveriam trabalhar) em cenários 10-20 anos, como para as pessoas, no seu cotidiano.
Pensemos, por exemplo, numa empresa de mineração, que começa agora seu ciclo de exploração de uma jazida mineral, o qual durará, vamos dizer, 70 anos. Esta exploração terá inevitavelmente impactos ambientais, econômicos e sociais, especialmente sobre as comunidades do entorno.
Ser sustentável, neste caso, implica, entre outras coisas, não apenas implantar processos ambientalmente adequados, mas pensar em qual será a herança deixada para as comunidades locais quando a mina fechar, daqui a 70 anos, o que é chamado de descomissionamento.
Será preciso pensar desde agora em ações que permitam às comunidades em questão desenvolver novas vocações econômicas, de forma a que, quando a mina fechar, deixe uma sociedade mais rica e diversa, e não “cidades fantasmas”, como acontecia no passado.
Ou seja, o objetivo de qualquer ação sustentável é garantir a perenidade do negócio em equilíbrio com as necessidades de proteção do meio ambiente e de enriquecimento da sociedade como um todo.
É possível ser 100% sustentável?
O ganho que a sustentabilidade traz é, paradoxalmente, o sentido de “imperfeição”. Com isso quero dizer que não existe empresa, governo, organização ou pessoa 100% sustentável. Nem nunca existirá. A nossa simples existência neste planeta, com a capacidade de intervenção e recriação do ambiente natural típica dos seres humanos, já faz com que tenhamos impactos.
A consciência desta realidade traz de novo à tona outro conceito, o de “processo”. Ou seja, podemos não ser 100% sustentáveis, mas devemos empreender todos os esforços possíveis e necessários para seguir nesta direção. A posição relativa em que cada pessoa, empresa ou governo está no processo de tornar-se sustentável dita o ritmo pelo qual este conceito – e suas práticas – se incorporam em nosso cotidiano.
Mas com toda certeza está perto o momento em que a sustentabilidade estará tão incorporada às políticas e práticas pessoais ou corporativas que não fará mais sentido sequer falar disso. Chamo isto de “otimismo realista”, no sentido em que o mundo não comporta uma opção diferente, se queremos seguir vivendo neste planeta.
VALOR AQUI NO COMPARTILHE
SUSTENTABILIDADE!: R$ 10,00
DESCONTO DE 60% DO VALOR DE
TABELA
OBS:Caso você desejar adquirir esta obra entre em contato por
AQUI OBS 2:Lembrando que para ter frete grátis o valor da compra deve
ser a partir de R$ 150,00
OBS 3:Compartilhe esse post entre suas
mídias sociais! Seja sustentável!