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domingo, 25 de novembro de 2012

POST 173: AS EMPRESAS DE TECNOLOGIA MAIS VERDES DE 2012


Todos os anos, o Greenpeace lança um ranking que avalia os esforços das principais empresas de tecnologia do mundo para se tornarem mais sustentáveis.
 
O “Guia de Eletrônicos Verdes” observa se as metas ambientais prometidas por elas - como a redução das emissões de CO2 e retirada de produtos tóxicos dos aparelhos -, estão sendo de fato cumpridas.

Na 18ª edição, o guia avaliou as qualidades ecológicas de 16 marcas.
As companhias que tiveram o pior desempenho, com pontuação abaixo de 4 (de um total de 10) foram: 
 
Lenovo,
Philips,
Panasonic,
LGE,
HCL Infosystems,
Sharp,
Toshiba e,
Rim.
 
Confira o ranking completo no Guia de Eletrônicos Verdes.


FONTE:
Exame

domingo, 16 de setembro de 2012

POST 150: CIÊNCIA É PEÇA-CHAVE PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

"É crucial ouvir a voz da ciência ao tratar de
 problemas mundiais,
pois esse é o meio mais bem-sucedido
de criação do conhecimento",
disse Michael Clegg, presidente da Ianas, no
 1º Encontro Preparatório para o
Fórum Mundial de Ciência 2013.
Agência FAPESPPara que o desenvolvimento global seja possível, a ciência e os cientistas precisam atingir um grau maior de influência em todo o mundo, afirmou Michael Clegg, presidente da Rede Interamericana das Academias de Ciência (Ianas, na sigla em inglês), durante a abertura do 1º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, realizado na sede da FAPESP entre 29 e 31 de agosto.
 
A humanidade, afirmou Clegg, enfrentará grandes desafios no século 21, como mudanças climáticas, doenças emergentes, crescimento populacional e as consequentes dificuldades no abastecimento de alimentos, água e energia.
“É crucial ouvir a voz da ciência ao tratar de problemas mundiais, pois esse é o meio mais bem-sucedido de criação do conhecimento e lida exclusivamente com argumentos baseados em evidências”, disse.
Embora muitos problemas sejam globais, de acordo com Clegg, a adoção de soluções deve ocorrer no âmbito nacional e, portanto, as academias de ciência locais cumprem um papel importante.
“São instituições livres de interferência política, com credibilidade para informar o público e os tomadores de decisão sobre problemas iminentes e potenciais soluções”, avaliou.
 
Clegg propôs a adoção de uma agenda comum para as academias de ciência, que inclui itens como fornecer conselhos sobre ciência e tecnologia para os governantes, encorajar novos centros de excelência nas áreas de interesse das nações e promover a evolução dos programas educacionais.
 
Também estiveram presentes na cerimônia de abertura do encontro Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), e Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A FAPESP foi representada por Celso Lafer, presidente, José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico.
 
O Fórum Mundial da Ciência 2013 ocorrerá no Rio de Janeiro, com organização da Academia de Ciências da Hungria, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o International Council for Science (ICSU), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), a European Academies Science Advisory Council (EASAC), a American Association for the Advancement of Science (AAAS) e a ABC. O Fórum tem a missão de promover o debate entre comunidade científica e sociedade.
 
“A realização do Fórum Mundial da Ciência no Brasil em 2013 dará grande visibilidade à ciência brasileira. É um indício de que conquistamos legitimidade e uma forte presença internacional”, disse Palis.
Nader destacou o trabalho de todas as academias de ciência da América Latina para que o fórum seja realizado fora da Hungria pela primeira vez. “Como esse evento é voltado a uma plateia mais restrita, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação resolveu organizar encontros preparatórios para fazer a discussão sobre a ciência reverberar pelo país”, disse.
Além de São Paulo, serão realizados ao longo do ano encontros em Belo Horizonte, Salvador, Recife, Manaus, Porto Alegre e Brasília. Ao fim do debate nacional, as proposições e principais conclusões sobre o papel da ciência no desenvolvimento global serão consolidadas em um documento que será divulgado antes da reunião internacional no Rio de Janeiro em novembro de 2013.
 
Evolução da ciência brasileira
Brito Cruz ressaltou a satisfação da FAPESP em dar início às discussões sobre o Fórum Mundial da Ciência no Brasil. “A escolha do país vem em reconhecimento de nossa evolução no que diz respeito à ciência e tecnologia, notável nos últimos anos. Uma das mudanças importantes tem sido o aumento do papel das empresas na atividade científica”, ressaltou.
O crescimento da produção brasileira no setor também foi destacado pelo ministro Raupp. Segundo ele, os gastos do país com pesquisa e desenvolvimento cresceram 85% nos últimos dez anos, embora ainda estejam aquém do ideal.
O número de grupos de pesquisa registrados no CNPq, disse o ministro, saltou de 12 mil em 2000 para mais de 27 mil em 2012 – aumento de 134%. O número de artigos publicados em revistas internacionais passou de 3,5 mil em 1990 (0,63% da produção científica mundial) para 32,1 mil em 2009 (2,69% da produção mundial).
 
De acordo com Raupp, a expectativa é que o Fórum Mundial contribua para acelerar a corrida do país em direção ao desenvolvimento sustentado. “O Brasil está rumando para a nova economia, cujos pré-requisitos são competitividade e sustentabilidade, que só se alcança com o uso intensivo do conhecimento científico e tecnológico.”
 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

POST 109: 20 IDEIAS DE NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

Uma academia, um salão de beleza ou uma papelaria? Durante a Rio+20, a conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro, o Sebrae vai apresentar aos participantes iniciativas com foco nesse tema. É o caso das 20 Ideias de Negócios Sustentáveis, que reúne informações, orientações e dicas essenciais para quem pretende abrir uma empresa ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável.

“Hoje, produtos sustentáveis representam um importante nicho de mercado. No futuro próximo, será mais do que um nicho; será padrão exigido pelos consumidores. Há muitas oportunidades de negócios a explorar”, avalia o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Criado em 2007, o espaço que reúne as Ideias de Negócios aparece entre os links mais acessados do Portal Sebrae. Com média de duas mil visitas por dia, o endereço virtual traz informações úteis a quem pensa em se dedicar ao empreendedorismo.

Com ênfase no desenvolvimento de atividades sustentáveis, as 11 ideias que já estavam no catálogo foram atualizadas e mais nove, criadas. Sugestões para lavanderia, pousada, indústria de reaproveitamento de resíduos, organizadora de eventos carbono neutro e carpintaria verde fazem parte da lista.

“Essas ideias resultam de pesquisas e trazem orientações sobre questões referentes ao espaço físico adequado, número de empregados, equipamentos principais e valor do investimento, dentre outras. Têm a finalidade de estimular os empreendedores brasileiros a considerarem práticas sustentáveis como algo fundamental para que seus negócios se desenvolvam”, destaca o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

De acordo com o viés de sustentabilidade da Rio + 20, o pacote de informações ficará disponível apenas em formato digital, para evitar consumo e desperdício de papel. Os visitantes da conferência poderão consultar o material por meio de tablets, no espaço da Feira do Empreendedor Rio +20, que será montado no Parque do Flamengo, Zona Sul do Rio. Os conteúdos também serão incorporados ao Portal Sebrae.

Negócios Sustentáveis:

• Lavanderia
• Pousada
• Fábrica de Cerâmica
• Fábrica de Embalagens Ecológicas
• Fábrica de Aquecedor Solar
• Restaurante Natural
• Lava-Jato
• Produção de Biojoias
• Hotel Fazenda
• Reciclagem de lixo eletrônico
• Gráfica
• Fábrica de Cosméticos Ecológicos
• Indústria de Pavimento Ecológico
• Fábrica de Calçados Ecológicos
• Retífica Ecológica
• Indústria de Reaproveitamento de Resíduos
• Coleta e Reciclagem de Resíduos da Construção Civil
• Carpintaria Verde
• Fábrica de Conservas
• Organizadora de Eventos Carbono Neutro


terça-feira, 3 de abril de 2012

POST 80: FAPESP LANÇA E-BOOK SOBRE BIODIVERSIDADE


O programa BIOTA-FAPESP lançou o e-book (livro eletrônico) Biodiversidade e ecossistemas bentônicos marinhos do Litoral Norte de São Paulo, Sudeste do Brasil. Em 550 páginas ilustradas, a publicação apresenta um inventário integrado da fauna associada aos substratos marinhos – os organismos bentônicos – no Litoral Norte paulista. Essa biota, altamente diversa e complexa, inclui organismos importantes nos ciclos biogeoquímicos dos mares e oceanos.

O conteúdo é resultado do Projeto Temático “Biodiversidade bêntica marinha no Estado de São Paulo”, financiado pela FAPESP entre 2000 e 2005 e coordenado por Antonia Cecília Zacagnini Amaral, do Departamento de Zoologia do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Organizado por Amaral e por Silvana Henriques Nallin, do Laboratório de Biologia Marinha do Instituto de Biologia da Unicamp, a produção do e-book envolveu mais de uma centena de pesquisadores das áreas de zoologia, taxonomia e ecologia.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

POST 23: BIOPLÁSTICO COMPOSTÁVEL

Confira análise realizada por grupo britânico sobre o processo de decomposição do material.

As embalagens bioplásticas de dois dos maiores produtores foram testadas em sistemas de compostagem doméstica por um grupo de análises britânico, mostrando que todos eles decompunham-se em quantidades de tempo relativamente curtas.
Imagem: Corbis


À medida que mais empresas exploram embalagens e materiais bioplásticos, algumas preocupações foram levantadas sobre o fim da vida dos bioplásticos. Alguns tipos de bioplásticos só podem ser degradados em instalações de compostagem industriais e, na maioria dos lugares, há pouca infra-estrutura para compostagem.

Tornar o material possível de ser tratado em casa aumenta as possibilidades de que seja compostado e tenham o final de vida pretendido pelo fabricante, em vez de ser lançado no lixo.

O grupo “Which?” testou os bioplásticos da Novamont, Mater-Bi, e da Innovia Films, NATUREFLEX, para a edição de maio da revista Which? Gardening.

O grupo testou cinco produtos Mater-Bi, incluindo sacos de lixo para cozinha, embalagens de produtos e sacos de pão, e embalagens e sacos para cereais, da Natureflex. Os produtos foram colocados em um reservatório para compostagem caseiro, juntamente com resíduos de jardinagem, sendo decomposto de dois e quatro meses.

As embalagens Natureflex tinham desaparecido completamente após os primeiros dois meses, e restaram apenas alguns pedaços de sacos de cereais, uma laminação de NATUREFLEX e Mater-Bi. A maioria dos produtos Mater-Bi decompôs após quatro meses, e a Which? Previu que o restante seria decomposto nos próximos dois meses.

A Mater-Bi já passou por uma série de testes para ser certificada como biodegradável e compostável, mas as certificações podem variar de país para país e podem ser confusas sobre quais são as condições materiais necessárias para a degradação. Testes como aqueles da Which? E outros grupos de consumidores, como o Consumer Reports ajudam os consumidores a perceber o que pode e não pode ser feito com materiais como os bioplásticos.



FONTE: Equipe Agenda Sustentável

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