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sábado, 2 de junho de 2012

POST 122: 10 CAMINHOS PARA O CONSUMO CONSCIENTE

Está claro que o ritmo de consumo atual cresce muito além do que a Terra é capaz de oferecer. Segundo o último relatório Living Planet, da WWF a população mundial consome 50% mais recursos naturais do que o planeta renova e, se a demanda continuar aumentando como nos últimos vinte anos, em 2050 precisaríamos de três planetas para suprir esse consumo.

Soma-se a isso o fato de que 76% de todo o consumo mundial vem de apenas 16% da população, como apontado pelo documento O Estado do Mundo, publicado pelos institutos WWI e Akatu. Ou seja, uma minoria mais rica é responsável pela maior pressão exercida sobre os recursos naturais.
Com a expansão da classe média e a retirada de pessoas da pobreza - que é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e uma grande discussão quando se fala em economia verde - aumentar a demanda colocaria em risco a sobrevivência não do planeta, mas da humanidade.

Por conta do limite planetário, seria preciso um enorme ganho de produtividade para suprir a necessidade mundial. "Precisaríamos fazer com que cada produto passasse a ser produzido com 80% menos recursos naturais. Mas isso não vai acontecer no curto prazo. Só a mudança tecnológica não consegue dar conta. Logo, nós precisamos de uma mudança muito significativa do lado do consumo", afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.

Daí vem a urgência por um novo modelo de economia, em que prevalece o consumo inteligente - aquele que valoriza a compra do necessário e não do supérfluo e que é consciente do impacto ambiental que gera. E, é claro, modelos de produção mais sustentáveis. "Precisamos de uma economia bem diferente da que temos hoje, que muda o paradigma da sociedade. Eu chamaria esta de civilização do bem-estar e não do consumo", propõe Mattar.

A partir desta reflexão o Instituto Akatu elaborou o Decálogo do Consumo Consciente. São dez indicações para a sustentabilidade na produção e no consumo, direcionadas a cidadãos, governos e indústria, para que se alcance mais equidade, justiça e bem-estar.

Veja o que o Decálogo valoriza:

1. Os produtos duráveis mais do que os descartáveis ou de obsolescência acelerada;
2. a produção e o desenvolvimento local mais do que a produção global;
3. o uso compartilhado de produtos mais do que a posse e o uso individual;
4. a produção, os produtos e os serviços social e ambientalmente mais sustentáveis;
5. as opções virtuais mais do que as opções materiais;
6. o não-desperdício dos alimentos e produtos, promovendo o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil;
7. a satisfação pelo uso dos produtos e não pela compra em excesso;
8. produtos e escolhas mais saudáveis;
9. as emoções, as ideias e as experiências mais do que os produtos materiais, e
10. a cooperação mais do que a competição.

"Dizer para a classe média, recém-chegada ao mercado do consumo, que ela não pode consumir, além de idiotice, é injusto. Mas é possível dizer para essas pessoas que existe um consumo mais inteligente. É preciso informação para se consumir de outra forma e que a população seja estimulada para isso. É disso que se trata essa transformação que os dez itens propõem", finaliza Helio Mattar.

Estas informações foram extraídas do bate-papo "Como podemos crescer dentro de uma economia de consumo consciente?" entre Helio Mattar e Lúcia Barros, diretora da revista Máxima (parceira do Planeta Sustentável), promovido no dia 23/05, na Editora Abril.


sábado, 26 de maio de 2012

POST 113: PEIXE-ROBÔ CHAMA A ATENÇÃO PARA A POLUIÇÃO DAS ÁGUAS

Movimento oscilante
Pesquisadores lançaram às águas um peixe-robô amarelo que realmente é capaz de chamar a atenção.

Projetado para monitoramento da qualidade das águas, o robô se diferencia dos inúmeros outros projetos de peixes-robôs e dos robôs submarinos por um sistema de propulsão por braço oscilante.
Embora tente imitar um peixe, os animais têm um sistema de locomoção bem mais complexo, que inclui a oscilação de todo o corpo, coordenada com o movimento das barbatanas.

A propulsão do novo robô está para o nadar de um peixe assim como o voo de um pássaro está para o voo de um avião.
Contudo, simulações em computador têm mostrado que projetos mais avançados de peixes-robôs podem ser altamente eficientes, levando alguns cientistas a falarem em substituir as hélices na propulsão de navios.


Projetos alternativos
Luke Speller, um dos criadores do peixe-robô amarelo, afirmou que um dos objetivos dos testes, que está sendo realizado no norte da Espanha, é refinar o projeto, com vistas a comercializá-lo para o monitoramento ambiental.

Já existem robôs monitorando todos os oceanos da Terra desde 2008, mas todos usam sistemas mais simples e mais eficientes de locomoção, sobretudo porque um monitoramento mais eficiente exige que o robô mergulhe continuamente, para coletar dados a várias profundidades.


Mas parece haver espaço para projetos diferenciados: há poucos dias, robôs movidos por ondas bateram o recorde mundial de distância para robôs autônomos flutuantes.
E seu objetivo também é o monitoramento ambiental.

Cada um na sua
O robô-peixe amarelo pode até perder em eficiência na conversão de energia - a carga de suas baterias não dura mais do que oito horas - mas tem grande apelo de mídia.
Assim, ele pode encontrar seu nicho de aplicação na divulgação da robótica, em atrações turísticas, ou em "iniciativas ambientais" onde o marketing seja mais importante do que o meio ambiente em si, como ocorre nos "projetos de sustentabilidade" de várias empresas.
Por detrás das cortinas, ou sob as águas, o trabalho sério poderia ser feito por enxames de robôs flutuantes, capazes de coletar dados continuamente em águas rasas ou até mesmo na correnteza de rios.


FONTE: IT

quarta-feira, 23 de maio de 2012

POST 109: 20 IDEIAS DE NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

Uma academia, um salão de beleza ou uma papelaria? Durante a Rio+20, a conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro, o Sebrae vai apresentar aos participantes iniciativas com foco nesse tema. É o caso das 20 Ideias de Negócios Sustentáveis, que reúne informações, orientações e dicas essenciais para quem pretende abrir uma empresa ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável.

“Hoje, produtos sustentáveis representam um importante nicho de mercado. No futuro próximo, será mais do que um nicho; será padrão exigido pelos consumidores. Há muitas oportunidades de negócios a explorar”, avalia o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Criado em 2007, o espaço que reúne as Ideias de Negócios aparece entre os links mais acessados do Portal Sebrae. Com média de duas mil visitas por dia, o endereço virtual traz informações úteis a quem pensa em se dedicar ao empreendedorismo.

Com ênfase no desenvolvimento de atividades sustentáveis, as 11 ideias que já estavam no catálogo foram atualizadas e mais nove, criadas. Sugestões para lavanderia, pousada, indústria de reaproveitamento de resíduos, organizadora de eventos carbono neutro e carpintaria verde fazem parte da lista.

“Essas ideias resultam de pesquisas e trazem orientações sobre questões referentes ao espaço físico adequado, número de empregados, equipamentos principais e valor do investimento, dentre outras. Têm a finalidade de estimular os empreendedores brasileiros a considerarem práticas sustentáveis como algo fundamental para que seus negócios se desenvolvam”, destaca o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

De acordo com o viés de sustentabilidade da Rio + 20, o pacote de informações ficará disponível apenas em formato digital, para evitar consumo e desperdício de papel. Os visitantes da conferência poderão consultar o material por meio de tablets, no espaço da Feira do Empreendedor Rio +20, que será montado no Parque do Flamengo, Zona Sul do Rio. Os conteúdos também serão incorporados ao Portal Sebrae.

Negócios Sustentáveis:

• Lavanderia
• Pousada
• Fábrica de Cerâmica
• Fábrica de Embalagens Ecológicas
• Fábrica de Aquecedor Solar
• Restaurante Natural
• Lava-Jato
• Produção de Biojoias
• Hotel Fazenda
• Reciclagem de lixo eletrônico
• Gráfica
• Fábrica de Cosméticos Ecológicos
• Indústria de Pavimento Ecológico
• Fábrica de Calçados Ecológicos
• Retífica Ecológica
• Indústria de Reaproveitamento de Resíduos
• Coleta e Reciclagem de Resíduos da Construção Civil
• Carpintaria Verde
• Fábrica de Conservas
• Organizadora de Eventos Carbono Neutro


sábado, 5 de maio de 2012

POST 101: FENÔMENO FAZ ENORME LAGO NA PATAGÔNIA DESAPARECER EM UM DIA

Em menos de um dia, o enorme lago Cachet II, na Patagônia chilena, desaparece por completo, um fenômeno impressionante que se acelera neste e em outros lugares devido à elevação da temperatura motivada pelas mudanças climáticas, explicam cientistas.
Pouco antes da meia-noite de 31 de março, o lago, que compreende 200 milhões de litros d'água, começou a se esvaziar de repente pela segunda vez no ano. Em poucas horas, ficou seco, só com algumas poças e muitos pedaços de gelo que se soltaram da geleira que o alimenta.
A assistente de pesquisas do Centro de Estudos Científicos (CECS), Daniela Carrión, estava no local fazendo uma pesquisa justamente quando o fenômeno voltou a acontecer. "Quando acordamos, vimos uma mudança no vale. As áreas por onde caminhávamos se inundaram e tudo se encheu de pedaços grandes de gelo. O esvaziamento tinha provocado uma grande fratura na geleira" que alimenta o lago, explicou Carrión à AFP.
O Cachet II se forma com o derretimento da geleira Colônia, que com suas enormes paredes de gelo também atua como muro de contenção. Mas o aumento das temperaturas fragiliza pouco a pouco o glaciar e quando não pode mais suportar a pressão do lago que represa, deixa sair a água por um túnel que se forma entre a rocha e a geleira.
A água chega de repente ao imponente rio Baker, que aumenta três vezes sua vazão habitual. Quando ocorre, automaticamente se ativa um sistema de alerta destinado a avisar à dezena de moradores que habitam a zona para que resguardem seus animais e se mantenham atentos ao aumento da vazão do rio, que ocorre em oito horas, o tempo que a água leva para chegar ao rio.
Na última vez, o desnível foi "superior a 31 m", de acordo com um informe da Direção Geral de Águas (DGA), que monitora o lago com um sistema por satélite. A rápida redução dos níveis "foi se refletindo no aumento das vazões no rio Baker no setor do rio Colônia, onde o volume aumentou, de aproximadamente 1.100 m³/s até 3.511 m³/s, registrando-se, assim, uma vazão três vezes maior do que o habitual", informou a DGA em um comunicado.
Nos últimos tempos, este tipo de drenagem súbita tem se tornado habitual em vários lagos alimentados por geleiras. De fato, o lago Cachet se esvazia, em média, três vezes por ano. Este ano o processo também aconteceu em 27 de janeiro e desde 2008, quando pela primeira vez o fenômeno foi registrado, se esvaziou 11 vezes.
Os cientistas alertam que os "desaparecimentos" repentinos deste tipo de lago podem aumentar devido ao aumento das temperaturas terrestres e devem ser vigiados para poder prever os efeitos para as comunidades vizinhas. Até agora, o esvaziamento do Cachet II não provocou maiores estragos, apenas uma grande curiosidade.
"Tem havido um aumento dos esvaziamentos. Os modelos preveem que, com o aumento da temperatura, estes fenômenos, chamados GLOFs (Glacial Lake Outburst Floods), serão mais frequentes", explicou à AFP o glaciologista especializado em mudanças climáticas do CECS, Gino Casassa.
Segundo Casassa, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 como coordenador do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, no Chile ocorreram 53 casos de esvaziamentos entre 1896 e janeiro de 2010, com uma aceleração na frequência nos últimos anos.
Este tipo de fenômeno não é exclusivo da Patagônia. Na Islândia costumam acontecer esvaziamentos por causa de degelos provocados pela atividade vulcânica, enquanto na cordilheira do Himalaia também "desaparecem" lagos, e segundo os especialistas, cada vez com maior frequência, devido às mudanças climáticas.
AFP
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Clique aqui para limitações e restrições ao uso.
RETIRADO DO PORTAL TERRA

quinta-feira, 22 de março de 2012

POST 73: REFLEXÕES SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


 
Esse negócio de mudanças climáticas pode ser polêmico. Hoje, a maior parte dos cientistas acredita que a emissão excessiva de gás carbônico está ajudando a mexer com todo o equilíbrio da geo e biosfera. A sociedade está pouco a pouco seguindo esse mesmo paradigma. Mas ainda há gente que se questiona. Será mesmo que é culpa humana? Mesmo que não fosse, o que vai acontecer? O que se pode fazer a respeito?
O que me parece, para resumir bem resumido, é que tendências naturais do planeta estão se somando a impactos provocados pelo ser humano, até chegar num ponto de mudança. Mais tempo ou menos tempo (medido em milhões de anos), o clima da Terra mudaria de qualquer jeito. Mas com nossas emissões de gases na atmosfera provavelmente estamos acelerando e alterando o curso dessas mudanças

.
O que pode causar certo pânico é que a humanidade provavelmente nunca viveu uma mudança tão forte dessas desde sua existência – curta como o último dia em relação a um ano inteiro – veja a curiosidade no fim do post). E, para nós, é muito difícil conviver com a incerteza, algo que nenhum humano antes de nós tenha dito como é.

POST 69: ESTUDO DA KPMG IDENTIFICA 10 “MEGAFORÇAS” RELACIONADAS À SUSTENTABILIDADE QUE AFETARÃO CRESCIMENTO DAS EMPRESAS


Custo dos impactos ambientais duplica a cada 14 anos; Companhias devem esperar por alta dos custos ambientais externos, que atualmente não são indicados nas demonstrações financeiras; Empresas e formuladores de políticas devem tomar decisões conjuntas e agir diante desse cenário.

Uma nova pesquisa da KPMG International identificou 10 “megaforças” (veja descrição logo abaixo) que afetarão, de maneira significativa, o crescimento das empresas de modo global nas próximas duas décadas.
O estudo “Espere o inesperado: construindo valor para os negócios em um mundo em mudança” (“Expect the unexpected: building business value in a changing world”) explora questões como as mudanças climáticas, volatilidades relacionadas ao suprimento de energia e combustíveis, disponibilidade e custo da água e de outros recursos, assim como problemas relacionados ao crescimento demográfico dos centros urbanos.

A análise examina como estas forças globais podem ter impacto sobre os negócios e indústrias, calcula os custos ambientais dos negócios e convoca empresas e formuladores de políticas a conjugar esforços para mitigar futuros riscos para os negócios e tomar atitudes imediatas frente às oportunidades.

De acordo com Michael Andrew, presidente da KPMG International, “estamos vivendo em um mundo com recursos limitados. O rápido crescimento de mercados em desenvolvimento, mudanças climáticas e questões de segurança energética e água estão entre as forças que exercerão enorme pressão sobre os negócios e a sociedade. Nós sabemos que os governos sozinhos não podem enfrentar esses desafios. As empresas devem assumir um papel de liderança no desenvolvimento de soluções que ajudarão a criar um futuro mais sustentável. Ao alavancar suas capacidades de melhorar os processos, criar eficiências, gerenciar riscos e promover inovação as empresas contribuirão com a sociedade e com o crescimento econômico no longo prazo”.

A pesquisa da KPMG considera que os custos ambientais externos (que muitas vezes não são indicados nas demonstrações financeiras, pois seus portadores podem ser indivíduos ou a sociedade como um todo, sendo também geralmente não-monetários e problemáticos para serem quantificados como valores monetários) de 11 setores-chave da indústria subiram 50%, de US$ 566 bilhões para US$ 846 bilhões em oito anos (de 2002 a 2010), duplicando assim em média a cada 14 anos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

POST 53: AS LIÇÕES DOS CICLISTAS JAPONESES



Nos últimos anos, o uso da bicicleta como meio de locomoção vem aumentando gradativamente. Até bem pouco tempo atrás a bicicleta era vista como meio de transporte das camadas menos favorecidas da sociedade, ou usadas somente para lazer, nos fins de semana, preconceitos que vem perdendo força.

A preocupação com as questões ambientais, é um aspecto central hoje de todas as atividades humanas, refletindo uma preocupação crescente com o que se denominou como desenvolvimento sustentável.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

POST 51: SUSTENTABILIDADE E GERAÇÃO DE RENDA NO CARNAVAL 2012

Uma parceria firmada entre a Acadêmicos da Rocinha e o Instituto Synthesis vai possibilitar que grande parte do material usado no barracão da escola, na confecção de fantasias e alegorias, tenha destinação social após os desfiles.


O material carnavalesco que iria para o lixo será transformado em artesanato ecológico e rentável. Uma iniciativa que enche de orgulho Déo Pessoa, o presidente da primeira agremiação convidada a participar, a Rocinha.
- Em 2005, criamos o Núcleo de Responsabilidade Social de nossa escola e, de lá para cá, desenvolvemos diversos projetos nessa área. Costumo dizer que mais do que uma escola de samba, somos uma escola de vida. Por isso, recebemos com muito orgulho o convite do instituto (Synthesis) para participar desse projeto piloto - ressalta Pessoa.

O "Reciclando na folia", como foi batizado, beneficiará cerca de 130 jovens, filhos de ex-catadores do lixão de Itaoca (São Gonçalo), que foi fechado em janeiro deste ano.

- Essas famílias precisam encontrar opções para seu sustento. Pensando na quantidade de material desperdiçado após os desfiles, achamos que esse seria um caminho para ajudá-las - explica Almir Pereira Júnior, coordenador do Synthesis.

O projeto ainda conta com o apoio da ONG Guardiões do Mar, responsável pelo transporte do material; e da Associação Devas, que oferecerá as oficinas de ecodesign para os participantes.


FONTE: YAHOO!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

POST 39: INFOGRÁFICO - A VERDADE SOBRE 95% DOS PRODUTOS VERDES


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

POST 15: AS ÁRVORES DAS CIDADES PEDEM POR SOCORRO



Nesta época do ano em que as chuvas são constantes, temos constatado o grande número de árvores que caem devido às chuvas de verão. Basta uma chuva rápida, com ventos moderados, para que os bombeiros sejam acionados para retirar alguma árvore que caiu na cidade, causando grandes transtornos: interrompendo o trânsito, a queda de energia, danificando veículos e causando, até mesmo, mortes.

Mas será que os temporais e ventanias são os únicos responsáveis por isso?

Por que as árvores não estão sobrevivendo nas cidades?


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

POST 4: INFOGRÁFICO - CONSUMA SEM CONSUMIR O MUNDO EM QUE VOCÊ VIVE


domingo, 5 de fevereiro de 2012

POST 2: AS 5 DIFERENTES VISÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE. Por Fábio Barbosa


Fábio Barbosa apresentou cinco importantes visões sobre sustentabilidade durante o Fórum HSM de Estratégia. Confira!

 
1) A sustentabilidade está entrando na pauta dos consumidores
Com o mundo absolutamente interligado e conectado, a valorização do desenvolvimento sustentável é uma estrada sem retorno para o meio empresarial.
Novos mercados, novas demandas e novos modelos de negócio surgem a cada momento, o que faz com que a forma de relacionamento com os públicos seja repensada incessantemente. Os consumidores constituem um dos públicos (se não o principal!) mais impactados por esses novos tempos. Contribui decisivamente para isso fatores como maior transparência das empresas e a valorização da percepção das pessoas.


É fundamental saber o que as pessoas pensam, falam e fazem. “Minha filha, quando quer comprar ou trocar um bem, não se mira pelas peças publicitárias dos fabricantes. Ela diz que a propaganda traduz apenas o que o fabricante quer passar. Para sedimentar sua decisão, ela faz pesquisas e consulta as redes sociais”, exemplifica Fabio.

2) A sustentabilidade é muito mais do que uma agenda ambiental
Ser sustentável não é apenas ser “verde” ou pensar na preservação do meio ambiente. É muito mais do que isso. É um conjunto de práticas e ações que se mostrem perenes e sejam replicáveis. É considerar, nas decisões de negócio, todos os aspectos – econômicos, ambientais e sociais.

Com a crise econômico-financeira mundial, principalmente no final de 2008 e primeiro semestre de 2009, emergiu uma maior preocupação com temas como valores, liderança, ética e confiança.
“Não podemos perseguir o lucro a qualquer preço. Existe um falso dilema, de que é preciso escolher entre atuar de forma sustentável e ganhar dinheiro. Não há contradição entre a obtenção de resultados financeiros adequados e a responsabilidade socioambiental. Esse caminho, se seguido com convicção e crença num mundo melhor, é viável, e é bom para todos”, acentua Fabio.

Outro ponto posto como essencial pelo presidente do Grupo Santander Brasil é que, para uma empresa ter sucesso, não é necessário transigir. Para ele, a cultura do “é assim mesmo” tem que ser vigorosamente combatida, para que se possa construir uma sociedade melhor. “É possível dar certo fazendo a coisa certa, do jeito certo. Assim, todos ganham, é o ‘ganha-ganha-ganha’. O valor de uma empresa está relacionado com a perspectiva de negócios futuros, e para isso é preciso trabalhar com ética, transparência e diálogo. O jogo é duro mas é na bola, não na canela.”

POST 1: SUSTENTABILIDADE & NATUREZA!


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