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sexta-feira, 6 de abril de 2012

POST 81: 11 PRÉDIOS QUE SÃO REFERÊNCIA NA ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

A chamada Arquitetura Sustentável não é um estilo arquitetônico em si, mas uma série de princípios que permeia o projeto e a execução dos edifícios.
Conforme um dos artigos anteriores do Arquitetura Verde, Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

Prédios que são referência na construção sustentável

A Arquitetura Sustentável atualmente se apresenta em variadas linguagens, desde as mais simples às mais tecnológicas. Veremos alguns exemplos de prédios que são referência na construção sustentável.

Arquitetura Vernacular

 Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura (

Arquitetura Orgânica



Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano (
mais )

quinta-feira, 22 de março de 2012

POST 71: VEJA COMO SER UM PROFISSIONAL AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL

O consumo sustentável. A maioria dos consumidores já deixou bem claro que prefere adquirir produtos de empresas que tem práticas sustentáveis. Mas, e do lado dos trabalhadores. Será que eles estão preocupados em ser ambientalmente responsáveis no ambiente de trabalho? E, mais do que isso, como ser um profissional assim?

Antes de mais nada, ser ambientalmente responsável deve ser algo que parte do próprio funcionário, que não deve ficar simplesmente esperando ações da empresa. O diretor comercial da Buona Vita Cosméticos, Sergio Ernesto, explica que para o trabalhador desenvolver práticas sustentáveis, ele tem que começar analisando o seu próprio ambiente de trabalho.

O que você pode fazer?
Em cada empresa e ramo de atuação, existem algumas ações específicas a serem tomadas, e o funcionário deve ter uma percepção do ambiente para pensar em práticas sustentáveis. Em qualquer escritório, porém, há dicas que qualquer um pode aplicar, como o uso consciente das folhas de papel.

Imprimir o extremamente necessário, sempre pensando em usar o verso das folhas, está ao alcance de qualquer um. A questão dos copos plásticos segue a mesma lógica. Trazer de casa um copo de porcelana ou vidro, ou mesmo um squeeze, evita que você passe o dia todo consumindo água em copos de plástico. Pense que se você toma água 10 vezes por dia, serão 10 copinhos plásticos descartados no ambiente.

O pensamento deve ser o mesmo para os cafezinhos consumidos ao longo do dia. Quando o assunto é a energia, ainda mais atitudes podem ser adotadas. Desligar o monitor do seu computador ao sair para almoçar e quando vai embora é importante. Por mais que o profissional considere que o desperdício de energia seja mínimo, ele deve pensar no conjunto todo.

Pense em quantas pessoas trabalham na empresa, ou seja, quantos monitores estão sugando desnecessariamente a energia do planeta. Além disso, um único dia pode não fazer tanta diferença, mas a conta fica alta ao final do mês. As luzes também são tema de preocupação e devem ficar desligadas, sempre que possível.

sábado, 10 de março de 2012

POST 60: EMPRESAS QUEREM ENGAJAR COLABORADORES EM SUSTENTABILIDADE

A responsabilidade social é cada vez mais uma exigência do mercado do que um fator de competição com a concorrência. Para passar a preocupação sustentável da empresa para o exterior, é preciso que a cultura esteja incorporada internamente pelos colaboradores. Marcas como Unimed-Rio, Petrobras e Coca-Cola adotam métodos de incentivo para que os funcionários estejam engajados com o assunto.

Pequenos atos podem ajudar a implementar a ideia. Na Editora Globo, há ações para chamar a atenção dos funcionários para a preocupação ambiental e engajá-los. Foi feita, por exemplo, uma pesquisa para entender a maior dificuldade dos colaboradores em relação à questão ambiental. Foi descoberto que a maioria não sabia o que fazer com a sobra de óleo, como jogar fora da maneira correta.

Como consequência, foram montados latões para a coleta do material dentro da empresa e o valor ainda era revertido para uma instituição beneficente, fazendo os participantes verem a ação dando resultados. "O desafio é de todos. Os colaboradores devem acreditar na ação social e nós vivemos de entusiasmo e inspiração. Por isso, buscamos na empresa gerar valor por meio de ideias aplicadas no âmbito profissional. A transformação se dá de dentro", diz Cláudia Fernandes, Diretora de Marketing da Editora Globo, em fórum da ABA Rio.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

POST 55: MÓVEIS E OBJETOS DE DECORAÇÃO FEITOS COM MADEIRA DE DEMOLIÇÃO. FANTÁSTICO!


A utilização de materiais provenientes de demolição nas construções entrou em moda na década de 1990. Acreditamos que muito mais que modismo, é uma postura anti-desperdício. Uma atitude de preservação do meio ambiente, tendo como base o trabalho artesanal, a arte.


 
A origem da utilização da madeira de demolição é secular, mas tem crescido vertiginosamente no mercado nos últimos anos. Segundo especialistas os resíduos de casarões, pontes e dormentes de trilhos proporcionam madeira de qualidade excelente. O diferencial da matéria prima da demolição? As marcas do tempo de madeiras, janelas, portas, sinais de pregos, riscos e resíduos de tintas.
As fábricas de móveis de madeira de demolição estão ganhando o mercado. Além da questão da sustentabilidade (reutilizam matéria prima), acabam destacando-se por prezar pelo estilo único, diferente das fábricas de móveis em série.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

POST 54: OS 10+ PAÍSES VERDES



10 – Suécia (68.82 pontos)

População: 9,379,116
Área: 443,016 km²
PIB per capita: $33,686
O esforço em adotar fontes alternativas de energia é um dos pontos que garantiu a presença da Suécia entre os dez primeiros colocados do ranking. Há cidades, como Borás, que praticamente são livres de lixo porque reciclam a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população transformando-os em energia. A produção de bioenergia abastece casas, estabelecimentos comerciais e até mesmo frotas de ônibus, que integram o sistema de transporte público.

Mas essa geração limpa não nasceu de forma espontânea, ela foi implementada para atender uma rigorosa legislação que proíbe a existência de aterros sanitários nos países da União Europeia. A Suécia foi também um dos primeiros países onde as leis de conservação da floresta entraram em vigor, em 1886. Essas leis estipulavam que áreas desmatadas deveriam ser reflorestadas. Atualmente, a cobertura florestal corresponde a 69% do território do país.





9 – Reino Unido (68.82)

População: 62,218,761
Área: 244,840 km²
PIB per capita: $32,187
Depois da Eco-92, no Rio de Janeiro, e da segunda Conferência Ministerial para a Proteção das Florestas na Europa, ocorrida em 1993, o governo adotou uma política para promover o uso sustentável das florestas com o objetivo de implementar o manejo sustentável e assegurar uma expansão constante da cobertura florestal.

Nos últimos anos, o Reino Unido vem oferecendo generosos incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ambientais, que vão do tratamento de água à reciclagem, a fim de atender às rígidas metas nacionais e da União Europeia para redução de emissões. Entre o G8, o país é líder no combate às mudanças climáticas.





8 - Itália (68.9 pontos)

População: 60,483,521
Área: 300,906 km²
PIB per capita: $26,753
Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de papel, pano ou de materiais biodegradáveis.

Palco recente de uma tragédia com riscos ambientais graves (de um possível vazamento de óleo do Costa Concordia), a Itália ocupa o nono lugar do ranking EPI. Diante do naufrágio do cruzeiro em uma ilha paradisíaca de rico ecossistema, o governo italiano resolveu enrijecer as regras de navegação na costa e limitar a aproximação de grandes embarcações da costa.


POST 53: AS LIÇÕES DOS CICLISTAS JAPONESES



Nos últimos anos, o uso da bicicleta como meio de locomoção vem aumentando gradativamente. Até bem pouco tempo atrás a bicicleta era vista como meio de transporte das camadas menos favorecidas da sociedade, ou usadas somente para lazer, nos fins de semana, preconceitos que vem perdendo força.

A preocupação com as questões ambientais, é um aspecto central hoje de todas as atividades humanas, refletindo uma preocupação crescente com o que se denominou como desenvolvimento sustentável.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

POST 51: SUSTENTABILIDADE E GERAÇÃO DE RENDA NO CARNAVAL 2012

Uma parceria firmada entre a Acadêmicos da Rocinha e o Instituto Synthesis vai possibilitar que grande parte do material usado no barracão da escola, na confecção de fantasias e alegorias, tenha destinação social após os desfiles.


O material carnavalesco que iria para o lixo será transformado em artesanato ecológico e rentável. Uma iniciativa que enche de orgulho Déo Pessoa, o presidente da primeira agremiação convidada a participar, a Rocinha.
- Em 2005, criamos o Núcleo de Responsabilidade Social de nossa escola e, de lá para cá, desenvolvemos diversos projetos nessa área. Costumo dizer que mais do que uma escola de samba, somos uma escola de vida. Por isso, recebemos com muito orgulho o convite do instituto (Synthesis) para participar desse projeto piloto - ressalta Pessoa.

O "Reciclando na folia", como foi batizado, beneficiará cerca de 130 jovens, filhos de ex-catadores do lixão de Itaoca (São Gonçalo), que foi fechado em janeiro deste ano.

- Essas famílias precisam encontrar opções para seu sustento. Pensando na quantidade de material desperdiçado após os desfiles, achamos que esse seria um caminho para ajudá-las - explica Almir Pereira Júnior, coordenador do Synthesis.

O projeto ainda conta com o apoio da ONG Guardiões do Mar, responsável pelo transporte do material; e da Associação Devas, que oferecerá as oficinas de ecodesign para os participantes.


FONTE: YAHOO!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

POST 49: SUSTENTABILIDADE, AGORA E NO FUTURO: É POSSÍVEL SER 100% SUSTENTÁVEL?

Há algumas semanas um jornalista da revista eletrônica me encaminhou umas perguntas relacionadas à sustentabilidade para uma reportagem que ele estava escrevendo e que foi publicada aqui.

Estava revisando as respostas que enviei e acho que é valido compartilhá-las no CS!.

Vejam abaixo.

 
O que é ser sustentável? Qual é o objetivo das ações sustentáveis?
Ser sustentável é fazer o “futuro, agora”. Ou seja, é ter uma visão de longo prazo e entender que esta visão tem de ser construída a partir de decisões e ações tomadas e realizadas agora. Isto serve tanto para empresas e governos, que trabalham (ou deveriam trabalhar) em cenários 10-20 anos, como para as pessoas, no seu cotidiano.
Pensemos, por exemplo, numa empresa de mineração, que começa agora seu ciclo de exploração de uma jazida mineral, o qual durará, vamos dizer, 70 anos. Esta exploração terá inevitavelmente impactos ambientais, econômicos e sociais, especialmente sobre as comunidades do entorno.
Ser sustentável, neste caso, implica, entre outras coisas, não apenas implantar processos ambientalmente adequados, mas pensar em qual será a herança deixada para as comunidades locais quando a mina fechar, daqui a 70 anos, o que é chamado de descomissionamento.

Será preciso pensar desde agora em ações que permitam às comunidades em questão desenvolver novas vocações econômicas, de forma a que, quando a mina fechar, deixe uma sociedade mais rica e diversa, e não “cidades fantasmas”, como acontecia no passado.

Ou seja, o objetivo de qualquer ação sustentável é garantir a perenidade do negócio em equilíbrio com as necessidades de proteção do meio ambiente e de enriquecimento da sociedade como um todo.
É possível ser 100% sustentável?
O ganho que a sustentabilidade traz é, paradoxalmente, o sentido de “imperfeição”. Com isso quero dizer que não existe empresa, governo, organização ou pessoa 100% sustentável. Nem nunca existirá. A nossa simples existência neste planeta, com a capacidade de intervenção e recriação do ambiente natural típica dos seres humanos, já faz com que tenhamos impactos.
A consciência desta realidade traz de novo à tona outro conceito, o de “processo”. Ou seja, podemos não ser 100% sustentáveis, mas devemos empreender todos os esforços possíveis e necessários para seguir nesta direção. A posição relativa em que cada pessoa, empresa ou governo está no processo de tornar-se sustentável dita o ritmo pelo qual este conceito – e suas práticas – se incorporam em nosso cotidiano.

Mas com toda certeza está perto o momento em que a sustentabilidade estará tão incorporada às políticas e práticas pessoais ou corporativas que não fará mais sentido sequer falar disso. Chamo isto de “otimismo realista”, no sentido em que o mundo não comporta uma opção diferente, se queremos seguir vivendo neste planeta.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

POST 48: FAÇA IMPRESSÕES COM RESPONSABILIDADE!



POST 47: OS 50 ANÚNCIOS MAIS CRIATIVOS PARA SALVAR O PLANETA


Nesta semana num bate papo com um amigo que também trabalha com direção de arte, ele me perguntou se eu tinha referências criativas de anúncios que defendessem a natureza ou se eu sabia onde encontrá-las.
Resolvi então reunir diversos anúncios com idéias fantásticas que defendem as causas do planeta e juntá-los aqui no blog do Coletivo Verde para que outras pessoas também tenham acesso mais fácil a esse tipo de material.

Os anúncios na maioria são para empresas como WWF, Greenpeace e Survival, desenvolvidos por agência de publicidade como Ogilvy, Almap e DM9.
 
 
 


 

POST 45: MINIDICIONÁRIO DE INFORMÁTICA PARA VENDA COM ÓTIMO PREÇO!





- MINIDICIONÁRIO DE INFORMÁTICA [Usado]

AUTOR: Carlos Alberto T. Bergonso

PÁGINAS: 397 de 15 cm X 11,5 cm

EDITORA: Edelbra/RS

ANO: 2002

ESTADO: De bom à ótimo








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OBS 3: Compartilhe esse post entre suas mídias sociais! Seja sustentável!

POST 42: O EMPREENDEDOR SUSTENTÁVEL. Por Tiago Aguiar

Nestes tempos onde a terra reclama cada vez mais sua parte nos negócios e a sociedade cobra uma postura participativa das empresas na construção de um mundo melhor, um ambiente saudável e uma economia que se perpetue no tempo, é imprescindível que os empreendedores atuais e do futuro pensem em seus negócios além do portão de suas empresas. Proponho um novo tipo de empreendedor: o Empreendedor Sustentável!
 
Quem seria então esse tal Empreendedor Sustentável? É aquele que estabelece seus negócios em cima de três pilares, ou 3 P’s: People, Planet e Profit (Pessoas, Planeta e Lucro).
O primeiro pilar de sustentação são as pessoas; este empreendedor possui a exata noção de que negócios são feitos por pessoas. Por trás de cada software ou carro vendido existe uma centena de pessoas que o programaram, fabricaram, e outras milhares que o comprarão. Este empreendedor toma decisões pensando nestas pessoas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

POST 40: O QUE É ARQUITETURA SUSTENTÁVEL?

Com a palavra “sustentabilidade” tão em voga, muitas construtoras acabam usando-a para tentar agregar um valor ao seu produto.



Mas como saber se um edifício, uma casa, um bairro é realmente sustentável e não apenas uma “jogada de marketing”?
Pode-se dizer que Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental.
Deve ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção (a partir da escolha de materiais e técnicas construtivas) e durante seu uso (tempo de vida).

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

POST 34: QUANTO VOCÊ PESA PARA O PLANETA??? FAÇA O TESTE!



CLIQUE PARA AMPLIAR

domingo, 12 de fevereiro de 2012

POST 32: BOMBAS DE SEMENTE - APRENDA A FAZER A SUA E PARTICIPE DO "EXÉRCITO VERDE"




Seed Bomb é sem dúvida um dos projetos mais criativos já criados para reflorestar áreas devastadas. Desenvolvido pelos designers Hwang Jin Wook, Jeon You Ho, Han Kuk Il e Kim Ji Myung o Seed Bomb é um conceito de “bombas” feitas em plástico biodegradável que ao serem lançadas soltam cápsulas com sementes para recuperar áreas degradadas.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

POST 25: "VERDE" MAIS CARO?

Inúmeras pesquisas mostram a disposição cada vez maior para pagar mais – ou ganhar menos – por bens de consumo ou locais de trabalho ambientalmente amigáveis, mas onde?

No estudo "Global Warming"s 6 Americas" (As 6 Américas do Aquecimento Global) os pesquisadores do Yale Project on Climate Change e da George Mason University Center for Climate Change Communication mostram que a aceitação antropogênica do Aquecimento Global varia, dividindo as pessoas em "Seis Américas." Os dados têm base em uma "mostra representativa" dos americanos, feita em meados de 2008.

O relatório é um esforço para identificar com mais precisão formas de comunicação com diferentes segmentos da população sobre as Mudanças Climáticas. Sabendo que a melhor maneira de comunicar-se é "conheça vossa audiência", este abrangente relatório identifica as informações demográficas dessas Seis Américas: Alarmados (18%), Conscientes (33%), Cautelosos (19%), Descompromissados (12%), Duvidosos (11%) e Opositores (7%).


Os ocupantes da categoria "Alarmados", ou os mais preocupados com as Mudanças Climáticas e os mais ativos em reduzir seus impactos, querem que "cidadãos, indústria e governo discutam a ameaça" da Mudança Climática. Essas pessoas seriam as mais propensas a adquirir produtos que tenham um impacto menos negativo ou mais positivo no Meio Ambiente e reduzam as Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEEs). Esse grupo, segundo o estudo, também é mais inclinado a engajar-se em ativismos de consumo para encorajar as empresas a aumentar ações em Mudanças Climáticas.


Eles são os mais propensos a recompensar as empresas que façam ações nesse sentido, e a tomar medidas de eficiência energética em suas próprias casas ou "habitualmente envolvem-se em atividades conservacionistas," tais como ajustes ao termostato. Esse grupo demográfico é, provavelmente, o único alvo objetivado pelas campanhas de marketing, quando tentam vender seus produtos verdes.

E a última série de "pesquisas de consumo verde" mostra que: as pessoas estão dispostas a pagar mais por produtos verdes; desejam recompensar aquelas companhias que fazem “o bem” e punir as que fazem "o mal" ou são irresponsáveis; as empresas sabem que podem atingir retornos financeiros positivos se investirem em Responsabilidade Social Empresarial (RSE), mesmo que não estejam exatamente certas de como fazê-lo.

POST 24: TELHADOS NUTRITIVOS! BELA IDEIA SUSTENTÁVEL!

A Sky Vegetables constrói telhados verdes em áreas urbanas subutilizadas para cultivar alimentos. Leia mais!

"Oi, meu nome é Keith. Aplicamos espaços subutilizados em áreas urbanas para cultivar comida, criando empregos verdes, proporcionando o acesso a produtos frescos, tornando a economia local e criando uma vida melhor, através da construção de comunidades através de hortaliças".


 
Tenho que admitir, foi um dos bate-papos relâmpago mais legais e convincente que eu ouvi ultimamente e eu ouvi muitos. Isto aconteceu em um coquetel há várias semanas, no Food Marketing Institute"s Sustainability Summit, um encontro de grandes varejistas e marcas de bens de consumo embalados, no qual eu era um dos oradores. Como essas conferências são, este era um ímã para uma ampla gama de consultores e prestadores de serviços com o objetivo de conectar-se com Big Food.
Keith Agoada foi um desses. Ele participou, a fim de falar de sua jovem empresa, Sky Vegetables. À primeira vista, parecia ainda um outro recém-formado da faculdade – que ele é – tentando invadir o “espaço verde”, como costuma ser chamado. Mas quando ele abriu a boca para me contar a história dele, eu percebi que este era um garoto com uma visão.
A visão é simples e elegante: telhados verdes, não apenas como jardins, mas como pólos de agricultura urbana para as ervas e os verdes comestíveis, utilizando equipamentos hidropônicos e aquapônicos em estufas para cultivar alimentos e vender com lucro dentro da comunidade.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

POST 18: INFOGRÁFICO - QUANTO NÓS REALMENTE RECICLAMOS!


POST 17: INFOGRÁFICO - COMO É O PROCESSO DE RECICLAGEM DO PAPEL


POST 15: AS ÁRVORES DAS CIDADES PEDEM POR SOCORRO



Nesta época do ano em que as chuvas são constantes, temos constatado o grande número de árvores que caem devido às chuvas de verão. Basta uma chuva rápida, com ventos moderados, para que os bombeiros sejam acionados para retirar alguma árvore que caiu na cidade, causando grandes transtornos: interrompendo o trânsito, a queda de energia, danificando veículos e causando, até mesmo, mortes.

Mas será que os temporais e ventanias são os únicos responsáveis por isso?

Por que as árvores não estão sobrevivendo nas cidades?


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