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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

POST 168: 15 COMPETÊNCIAS DE LÍDERES DE SUSTENTABILIDADE

Profundamente conectado


Apoia a prática da sustentabilidade em um sentido profundo – honra o trabalho de sustentabilidade e o vê como uma prática espiritual, uma ferramenta para transformação de si mesmo, dos outros e do mundo.
 
Toma decisão de maneira intuitiva – usa formas de conhecimento além da análise racional para colher ideias profundas e tomar decisões rápidas. Acessa esse tipo de informação de forma individual ou coletiva e facilita para indivíduos e grupos fazê-lo também.
Abraça a incerteza com profunda confiança – capaz de, humildemente, descansar em face da ambiguidade, do desconhecido e de mudanças imprevisíveis sem "forçar" uma resposta ou resolução imediata. Confia profundamente em si mesmo e em seus cocriadores e no processo como um todo para navegar através da incerteza.

 

Conhece a si mesmo

Analisa e envolve o ambiente interno – capaz de ter consciência rapidamente e responder às dinâmicas psicológicas em si mesmo para não influenciar de forma inadequada um trabalho de sustentabilidade. Possui uma sintonia profunda com sua "sombra", personalidade e forças emocionais, capaz de "tirá-las do caminho" e manter-se "energeticamente limpo" ao se envolver com os outros.
 
Tem múltiplas perspectivas – capaz de manter intelectualmente e emocionalmente diferentes perspectivas relacionadas a um problema de sustentabilidade, sem estar excessivamente ligado a nenhuma delas. Capaz de discutir a posição e comunicar-se diretamente a partir de diferentes pontos de vista.

 

Gestão adaptável

Dialoga com o sistema – capaz de, repetidamente, perceber o que é necessário para ajudar a desenvolver um sistema, tenta intervenções diferentes, observa a resposta do sistema e se adapta de acordo com ele.
 
Caminha com energia – capaz de identificar e aproveitar as aberturas e oportunidades para mudanças no sistema que são bem recebidas por seus membros, construindo, dessa forma, dinâmica e movimento para driblar obstáculos.

 

Cultiva a Transformação

Autotransformação – capaz de, constantemente, desenvolver-se ou criar o ambiente para o autodesenvolvimento nos domínios intrapessoal, interpessoal e cognitivo, bem como em outras áreas. Capaz de criar comunidades e engajar mentores.
 
Cria condições de desenvolvimento – capaz de criar as condições iniciais que dão suporte ou desafiam o desenvolvimento de indivíduos, grupos, culturas e sistemas. Possui habilidade para sentir o próximo passo no desenvolvimento.
 
Gera espaço – capaz de, efetivamente, criar o espaço adequado para ajudar no progresso do grupo, lidando com a tensão de questões importantes, além de manter o potencial energético para o que é necessário.
 
Maneja as sombras – capaz de dar suporte aos outros para ver e responder adequadamente as suas questões psicológicas e suas sombras "programadas".
 

Navega com teorias e estruturas sofisticadas

Teoria de sistemas e de pensamento – compreende os conceitos fundamentais e linguagem da teoria dos sistemas. É capaz de aplicar sistemas de pensamento para entender melhor as questões de sustentabilidade e apoiar o desenvolvimento de sistemas.
 
Teoria da complexidade e pensamento complexo – compreende os conceitos fundamentais e linguagem da teoria da complexidade, especialmente no que se refere à liderança. É capaz de aplicar o pensamento complexo para melhor compreender as questões de sustentabilidade e apoiar o desenvolvimento de sistemas adaptativos complexos.
 
Teoria e reflexão integral – compreende os conceitos fundamentais e a linguagem da Teoria Integral. É capaz de usá-la para avaliar ou diagnosticar um problema de sustentabilidade e projetar uma intervenção, comunicação sob medida para diferentes visões do mundo e apoiar o desenvolvimento de si mesmo, de outros grupos, culturas e sistemas.
 
Gestão de polaridade – compreende os conceitos fundamentais e linguagem da gestão de polaridade. É capaz de reconhecer e envolver efetivamente polaridades importantes, tais como: subjetiva-objetiva, individual-coletiva, racional-intuitiva, masculino-feminino, estruturada-dinâmica.
 
 
 
Fonte: Barrett Brown, em Liderança no Limite: Liderando a Mudança a Partir da Consciência Pós-Convencional.
Texto de Ricardo Volpini
Retirado do Portal Administradores

sexta-feira, 6 de abril de 2012

POST 81: 11 PRÉDIOS QUE SÃO REFERÊNCIA NA ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

A chamada Arquitetura Sustentável não é um estilo arquitetônico em si, mas uma série de princípios que permeia o projeto e a execução dos edifícios.
Conforme um dos artigos anteriores do Arquitetura Verde, Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

Prédios que são referência na construção sustentável

A Arquitetura Sustentável atualmente se apresenta em variadas linguagens, desde as mais simples às mais tecnológicas. Veremos alguns exemplos de prédios que são referência na construção sustentável.

Arquitetura Vernacular

 Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura (

Arquitetura Orgânica



Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano (
mais )

quinta-feira, 22 de março de 2012

POST 70: SUSTENTABILIDADE: INVESTIMENTO PARA O FUTURO


Tenho visitado muitas empresas para discutir seus projetos de sustentabilidade. Algumas vezes no sentido mais amplo, que envolve os aspectos sociais, ambientais, econômicos e de governança corporativa.
 
Outras apenas consideram o assunto dentro de um contexto social ou ambiental. Mas todas estão buscando uma alternativa para se tornarem mais competitivas e, mais do que isso, serem respeitadas e se sustentarem em suas atividades.
 
Com os negócios cada vez mais complexos e o surgimento constante de novas tecnologias, buscar uma gestão sustentável pode ser, muito mais do que um diferencial, questão de sobrevivência. Essa é uma estratégia que pode aumentar a rentabilidade e atrair novos clientes, já que o consumidor está mais exigente e privilegia as empresas consideradas "sustentáveis".

A sustentabilidade busca um comportamento ético nos negócios, contribuir para o desenvolvimento econômico e social, a preservação do meio ambiente e melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores e da comunidade local. Além disso, é vantajosa economicamente para a empresa. No fim das contas, todos ganham. Mas para que essa ideia saia do papel e tenha resultados efetivos, é preciso muito planejamento.

Nos últimos anos, acompanhei empresas e executivos alardeando sobre ações sociais e ambientais. Mas na realidade, muitos ainda não fazem a lição de casa e investem seu tempo em um Planejamento Estratégico de Sustentabilidade – que possibilita investir recursos de maneira consciente, planejada e estruturada para saber quanto, como e onde investir. Assim, evita-se o desperdício de tempo e dinheiro em projetos sem fundamento, presentes na pauta do dia sem que alguém ao menos os tenha questionado.

A grande sacada é apostar em projetos de sustentabilidade que tenham relação com a atividade-fim da companhia, estratégias e planos futuros. Que tenham a ver com a sociedade e comunidade com a qual a empresa está envolvida. E como se consegue isso? Com uma clara definição de como a companhia pretende crescer, aonde ela quer chegar e como será o envolvimento das áreas-chave da organização. Tudo deve estar listado e mapeado para saber a influência dessas ações nos chamados grupos de interesse (stakeholders), na cadeia produtiva, de fornecimento, no meio ambiente, no corpo de funcionários e seus familiares, na comunidade e no relacionamento com os governos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

POST 67: RIO+20 PÕE O BRASIL NO DEBATE MUNDIAL SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


Em junho de 1992, o Rio de Janeiro voltou a ser, por decreto presidencial, a capital do Brasil. Protegidos por tanques e 15 mil homens do Exército no caminho entre o Aeroporto Internacional do Galeão e a zona sul, 108 chefes de estado desembarcaram na cidade para discutir os rumos do planeta, em busca de uma sociedade mais justa e sustentável.

O termo “sustentável”, aliás, tornou-se conhecido ali, na ECO-92, a histórica conferência que consolidou o ativismo ambiental e, progressivamente, levou às conversas das pessoas comuns conceitos como biodiversidade e mudanças climáticas.


Foram 12 dias de discussões que vararam noites – a ponto de deixar em carne viva os cotovelos do então embaixador do Brasil em Washington, Rubens Ricupero -, e também de uma maratona de manifestações de protesto, shows de música e apresentações de teatro que fizeram o lado festivo da conferência.

Entre os ilustres visitantes estava George Bush, em plena campanha pela reeleição à presidência dos Estados Unidos. Bush pai acabou derrotado pelo democrata Bill Clinton, mas, se os participantes da Eco 92 pudessem votar a derrota seria por diferença muito maior.

A figura mais hostilizada da conferência só foi festejada de alguma forma porque fez aniversário – 78 anos – e ganhou um bolinho de parabéns para você oferecido pelo presidente Fernando Collor, que estava no epicentro das denúncias que o enxotariam de Brasília três meses depois daquele encontro.

Vinte anos depois de sua estreia como cidade-marca de uma grande cúpula internacional, o Rio, agora sem tanques e com parte das favelas ocupadas por policiais militares, volta a ser, a partir de 13 de junho, a capital mundial do meio ambiente.

Cientistas, ativistas ambientais e chefes de estado tentarão, ao longo de 11 dias na cidade, apontar o caminho e estabelecer compromissos de governos e empresas para as próximas décadas, conciliando os anseios de uma classe média global emergente e a necessidade de frear o ritmo com que os 7 bilhões de humanos consomem os recursos do planeta – em 1992 éramos 5 bilhões e meio.

Bill Clinton é um dos convidados de honra aguardados, ao lado da chanceler alemã Angela Merkel, do governador-ator Arnold Schwarzeneger, do cantor Bono Vox, líder do U2, do cineasta James Cameron, de Avatar, e de 50 mil participantes inscritos para tentar, de novo, mudar o mundo.

As expectativas para Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, são imensas. Mas vêm seguidas de frustrações com as duas décadas em que houve menos avanços na área ambiental do que pretendiam os organizadores da Eco-92. É certo que hoje o mundo encara de forma diferente as questões ambientais, e a mudança se reflete em novos hábitos.

Há carros elétricos sendo produzidos, sacolas plásticas são banidas dos supermercados e as crianças absorvem, desde muito cedo, ao menos fragmentos do discurso "verde". Mas cientistas e autoridades no centro das discussões da Rio+20 alertam que mudanças muito mais profundas serão necessárias se o homem pretende, de fato, manter o planeta habitável para gerações futuras.

segunda-feira, 12 de março de 2012

POST 63: APOIO SUSTENTÁVEL


O Centro Tecnológico do Ambiente Construído (CETAC), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), iniciou em 2001 uma avaliação de conformidades para sistemas de energia solar e hoje se tornou um centro de referência no setor. Além de projetos de aquecimento de água por meio de energia solar, o laboratório trabalha há anos no mercado de instalação de sistemas elétricos, hidráulicos, a gás combustível, contribuindo na capacitação técnica dos pesquisadores, que por meio de estudos fornecem parâmetros nesse ramo para construtoras.

Um sistema básico de aquecimento solar de água é composto por um reservatório térmico, onde é feita a reserva da água quente, também chamado de boiler, e por coletores, que são as placas colocadas nos telhados para fazer a captação da radiação solar (calor e luz). Também faz parte do projeto do Instituto o sistema acoplado, composto por coletor e o reservatório de água.

Com trabalhos realizados desde 2007 em conjuntos habitacionais populares, o sistema de aquecimento de água solar ligado com o chuveiro elétrico foi desenvolvido dentro do IPT para atender as necessidades da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) e posteriormente ao programa habitacional Minha Casa Minha Vida, do governo federal em parceria com a Caixa Econômica. Este projeto incentiva pesquisas em questão de eficiência do equipamento utilizado pelo usuário, avaliando o perfil de consumo de energia e de água.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

POST 49: SUSTENTABILIDADE, AGORA E NO FUTURO: É POSSÍVEL SER 100% SUSTENTÁVEL?

Há algumas semanas um jornalista da revista eletrônica me encaminhou umas perguntas relacionadas à sustentabilidade para uma reportagem que ele estava escrevendo e que foi publicada aqui.

Estava revisando as respostas que enviei e acho que é valido compartilhá-las no CS!.

Vejam abaixo.

 
O que é ser sustentável? Qual é o objetivo das ações sustentáveis?
Ser sustentável é fazer o “futuro, agora”. Ou seja, é ter uma visão de longo prazo e entender que esta visão tem de ser construída a partir de decisões e ações tomadas e realizadas agora. Isto serve tanto para empresas e governos, que trabalham (ou deveriam trabalhar) em cenários 10-20 anos, como para as pessoas, no seu cotidiano.
Pensemos, por exemplo, numa empresa de mineração, que começa agora seu ciclo de exploração de uma jazida mineral, o qual durará, vamos dizer, 70 anos. Esta exploração terá inevitavelmente impactos ambientais, econômicos e sociais, especialmente sobre as comunidades do entorno.
Ser sustentável, neste caso, implica, entre outras coisas, não apenas implantar processos ambientalmente adequados, mas pensar em qual será a herança deixada para as comunidades locais quando a mina fechar, daqui a 70 anos, o que é chamado de descomissionamento.

Será preciso pensar desde agora em ações que permitam às comunidades em questão desenvolver novas vocações econômicas, de forma a que, quando a mina fechar, deixe uma sociedade mais rica e diversa, e não “cidades fantasmas”, como acontecia no passado.

Ou seja, o objetivo de qualquer ação sustentável é garantir a perenidade do negócio em equilíbrio com as necessidades de proteção do meio ambiente e de enriquecimento da sociedade como um todo.
É possível ser 100% sustentável?
O ganho que a sustentabilidade traz é, paradoxalmente, o sentido de “imperfeição”. Com isso quero dizer que não existe empresa, governo, organização ou pessoa 100% sustentável. Nem nunca existirá. A nossa simples existência neste planeta, com a capacidade de intervenção e recriação do ambiente natural típica dos seres humanos, já faz com que tenhamos impactos.
A consciência desta realidade traz de novo à tona outro conceito, o de “processo”. Ou seja, podemos não ser 100% sustentáveis, mas devemos empreender todos os esforços possíveis e necessários para seguir nesta direção. A posição relativa em que cada pessoa, empresa ou governo está no processo de tornar-se sustentável dita o ritmo pelo qual este conceito – e suas práticas – se incorporam em nosso cotidiano.

Mas com toda certeza está perto o momento em que a sustentabilidade estará tão incorporada às políticas e práticas pessoais ou corporativas que não fará mais sentido sequer falar disso. Chamo isto de “otimismo realista”, no sentido em que o mundo não comporta uma opção diferente, se queremos seguir vivendo neste planeta.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

POST 35: AS EMPRESAS DE T.I QUE MAIS APOSTAM EM SOLUÇÕES VERDES


São Paulo – Com a indústria de TI em expansão e a multiplicação de novos servidores, que aumentam a pressão sobre a demanda de energia, torna-se cada vez mais crítica a necessidade de manter o setor sustentável .



Algumas empresas já fazem a sua parte, conforme mostra o ranking Leaderboard TI Cool, do grupo ambientalista Greenpeace, que classificou as 21 grandes empresas de TI por suas iniciativas verdes e potencial para influenciar as decisões globais sobre energia e clima. Também são levados em conta os esforços dessas empresas para reduzir emissões e aplicar soluções de energia inteligentes em suas linhas de produção, além do apoio que dão às políticas ambientais.


Segundo Gary Cook, analista internacional do Greenpeace, os gigantes da tecnologia têm uma real oportunidade de influenciar a maneira de se produzir e utilizar energia. “O setor de TI gosta de se considerar visionário mas se mantém muito inerte enquanto a indústria de energia ‘suja’ continua exercendo influência indevida no processo político e nos mercados financeiros”, afirmou durante lançamento do guia.

POST 34: QUANTO VOCÊ PESA PARA O PLANETA??? FAÇA O TESTE!



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domingo, 12 de fevereiro de 2012

POST 32: BOMBAS DE SEMENTE - APRENDA A FAZER A SUA E PARTICIPE DO "EXÉRCITO VERDE"




Seed Bomb é sem dúvida um dos projetos mais criativos já criados para reflorestar áreas devastadas. Desenvolvido pelos designers Hwang Jin Wook, Jeon You Ho, Han Kuk Il e Kim Ji Myung o Seed Bomb é um conceito de “bombas” feitas em plástico biodegradável que ao serem lançadas soltam cápsulas com sementes para recuperar áreas degradadas.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

POST 22: A ECONOMIA AZUL

Empresário propõe um novo modelo econômico baseado nos princípios do ecossistema, que funciona com o que está disponível e de acordo com as leis da física.

O mundo precisa de um novo modelo econômico. Quem pode argumentar com isso quando se dilui o debate sobre as alterações climáticas, apesar de as temperaturas da Terra continuarem a subir, e tanto o desemprego como a pobreza se tornam cada vez mais alarmantes?



A economia planificada nunca foi capaz de distribuir os recursos de forma eficiente. A economia de mercado se transformou num sistema que busca à expansão através de economias de escala e do aumento constante da produtividade, o que desencadeou uma onda de fusões e aquisições, financiadas pela elevação de endividamentos.

Quando a dívida se tornou insustentável, os magos financeiros inventaram instrumentos sofisticados que criaram ativos baseados em nada. Então, o regime entrou em colapso. Os promotores de uma economia verde questionam o crescimento e afirmam que se deve ir além do dinheiro para erradicar a fome e a pobreza, ou seja, que se deve buscar a educação primária universal, promover a igualdade entre os sexos e a autonomia feminina.

Mas, apesar de todas as boas intenções, a economia verde não conseguiu decolar. Ela exige subsídios governamentais, lucros menores para empresas e pagamentos maiores dos consumidores. Isto é viável com o crescimento e a taxa de empregos elevados, mas é difícil quando os governos estão falidos, a procura e a confiança do consumidor em queda, e dificuldade de os jovens conseguirem trabalho, enquanto um bilhão de pessoas vive na pobreza.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

POST 15: AS ÁRVORES DAS CIDADES PEDEM POR SOCORRO



Nesta época do ano em que as chuvas são constantes, temos constatado o grande número de árvores que caem devido às chuvas de verão. Basta uma chuva rápida, com ventos moderados, para que os bombeiros sejam acionados para retirar alguma árvore que caiu na cidade, causando grandes transtornos: interrompendo o trânsito, a queda de energia, danificando veículos e causando, até mesmo, mortes.

Mas será que os temporais e ventanias são os únicos responsáveis por isso?

Por que as árvores não estão sobrevivendo nas cidades?


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

POST 13: CONSELHO AOS DA MINHA GERAÇÃO. Por Professor Pachecão


Estamos envelhecendo. Não nos preocupemos! De que adianta, é assim mesmo. Isso é um processo natural. É uma lei do Universo conhecida como a 2ª Lei da Termodinâmica ou Lei da Entropia. Essa lei diz: A energia de um corpo tende a se degenerar e com isso a desordem do sistema aumenta. Portanto, tudo que foi composto será decomposto, tudo que foi construído será destruído, tudo foi feito para acabar. Como fazemos parte do universo, essa lei também opera em nós. Sendo assim, relaxe e aproveite.


Parafraseando Freud: “A morte é o alvo de tudo que vive”. Não se assuste! Se você deixar o seu carro no alto de uma montanha daqui a 10 anos ele estará todo carcomido. O mesmo acontece a nós. O conselho é: Viva. Faça apenas isso. Preocupe-se com um dia de cada vez. Como disse um dos meus amigos a sua esposa: “me use, estou acabando!”. Hilário, porém realista.

Ficar velho e cheio de rugas é natural. Não queira ser jovem novamente, você já foi. Já viveu essa fase, reconcilie com a sua situação e permita que o passado se torne passado. Esse é o pré-requisito da felicidade. “O passado é lenha calcinada. O futuro é o tempo que nos resta: finito, porém incerto” como já dizia Cícero. Abra a mão daquela beleza exuberante, da memória infalível, da ausência da barriguinha, da vasta cabeleira e do alto desempenho pra não se tornar caricatura de si mesmo.

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