Mostrando postagens com marcador RANKING`s. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RANKING`s. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de dezembro de 2012

POST 181: 10 TENDÊNCIAS EM SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS

Relatório do GreenBiz aponta que companhias aumentaram investimentos no tema


Algumas das maiores marcas globais levantaram suas bandeiras em nome da sustentabilidade em 2010. Apesar da economia instável, algumas empresas iniciaram seus esforços sobre o tema e outras até dobraram seus investimentos nesta área. Esse movimento confirma a já ultrapassada percepção de que a sustentabilidade não é um conceito válido apenas em períodos de bonança e, sim, uma causa fundamental para a perenidade das organizações.
 


Um modelo mental voltado à sustentabilidade é um fator crucial para a construção de marca e manutenção da competitividade. O investimento em ações de sustentabilidade corresponde à expectativa do público, que espera por resultados concretos das empresas. A pesquisa goodpurpose, realizada pela Edelman Significa, revelou que, em 2010, 81% dos brasileiros mostraram-se mais propensos a comprar produtos de marcas que apoiam causas. Ou seja, não se trata apenas de mais uma preocupação, mas sim de uma exigência do público.

Além de incorporarem os preceitos da sustentabilidade, empresas também devem desenvolver suas ações de forma alinhada aos valores corporativos e comunicá-las com transparência e autenticidade. Segundo outra pesquisa, a Trust Barometer, é necessário agir com consistência sobre a sustentabilidade, já que 57% dos brasileiros acreditam que as empresas apoiam causas não por desejo genuíno e sim por interesse na autopromoção.

Buscar o grupo de ações que deve ser guiado por estes princípios foi a tarefa do
GreenBiz, portal especializado em sustentabilidade empresarial, em seu relatório State of Green Business 2011, lançado em fevereiro deste ano. As 10 principais tendências em sustentabilidade que devem fazer diferença neste ano para as empresas foram traçadas por meio das cerca de 2.200 reportagens, posts, artigos e podcasts publicados em 2010 nos quatro canais do GreenBiz – ClimateBiz, GreenerBuildings, GreenerComputing e GreenerDesign.


Conheça, abaixo, as dez tendências, segundo o relatório do GreenBiz:

1- Gigantes do consumo acordam para o “verde”
Empresas que produzem artigos de alto consumo, como a das categorias de limpeza, alimentos industrializados e higiene pessoal, possuíam um histórico de relutância para atuar com a sustentabilidade, por acreditar que o tema fosse arriscado para seus negócios. Entretanto, este cenário alterou-se radicalmente há alguns anos e as maiores marcas do setor mostraram-se atuantes em suas propostas, como é o caso da Kraft, Procter & Gamble, Unilever e Walmart. O estabelecimento de metas ambiciosas para redução de suas emissões de gases estufa, aumento da reciclagem, redução do uso da água, eficiência energética, uso de energia alternativa, entre outras, são suas principais ações. Um dos exemplos é o Sustainable Living Plan, anunciado em novembro do ano passado pela Unilever, que coloca como prioridade da empresa reduzir metade de seu impacto ambiental até 2020.


2- Empresas almejam o “zero”
Diversas empresas colocaram a meta “zero lixo” em suas perspectivas de negócio. A General Motors, por exemplo, anunciou em dezembro de 2010 que mais da metade de suas 146 indústrias já atingiram o estágio de conseguir reciclar todo o descarte gerado por sua produção. Outras empresas já acertaram suas metas, como a Procter & Gamble, o que revela uma tendência que será encaminhada para este e os próximos anos.


3- Países em desenvolvimento ganham importância na cadeia de suprimentos
A extração de commodities em países em desenvolvimento passou a ser melhor analisada. Ou seja, a produção de minerais, como, por exemplo, o óleo de palma – matéria prima para a produção de diversos alimentos processados – passou a receber atenção maior por parte das empresas. A preocupação com a construção de uma cadeia de produção socialmente responsável inclui a capacitação dos produtores, com programas de geração de renda e incentivo ao empreendedorismo.


4- Transporte “verde” para maior eficiência energética
O ano de 2010 será lembrado pelo nascimento dos veículos elétricos, como os modelos Chevy Volt e Nissan Leaf. Mas as tecnologias e práticas verdes estão emergindo não só para a terra, mas também para o mar e o ar. A Maersk passou a verificar suas emissões de carbono a cada navio em operação; a Alaska Airlines iniciou alguns testes de redução de emissões em seus voos e a FedEx desenvolveu um programa que pretende aumentar em 20% a eficiência do combustível usado em suas operações até 2020. E estes são apenas alguns dos projetos.


5- Alimentação sustentável transforma-se no prato principal
Não faz muito tempo que a agricultura sustentável estava reservada à indústria da alimentação natural, voltada para um mercado de consumidores de nicho preocupados com alimentação saudável. Entretanto, a agricultura sustentável expandiu-se e grandes empresas estão arcando com compromissos neste campo de atuação. O Walmart investiu no ano passado US$ 1 milhão em pequenos e médios fazendeiros para capacitá-los a cultivar de forma sustentável. A Cool Farm Tool da Unilever é outro exemplo de ação que, por sua vez, ajuda a mensurar a emissão de gases estufa das práticas de cultivo.


6- Certificações para todas as indústrias
Existem diversas certificações relacionadas ao negócio sustentável, mas para algumas categorias específicas de produto, restam lacunas. Para isso, organizações e empresas estão fazendo sua parte. O Underwriters Laboratories, por exemplo, criou uma certificação para a indústria dos telefones celulares. A UPS lançou uma certificação para as embalagens responsáveis e um grupo de empresas de vestuário e calçados, que inclui a Levi’s e a Timberland, lançou o Eco Index. A Nike, por sua vez, desenvolveu seu Environmental Apparel Design Tool, para a criação de roupas feitas a partir de material orgânico.


7- Preocupações tóxicas incentivarão alternativas verdes
A revelação de ingredientes tóxicos nos bens de consumo atingiu um pico em 2010, com a crescente importância do tema nas agendas das empresas, ativistas e órgãos regulatórios. Esse movimento jogou luz ao campo da química verde, uma área em crescimento que busca transformar a maneira pela qual os produtos são fabricados, reduzindo ou eliminando determinadas substâncias que podem ser prejudiciais à saúde, além, também, da redução do impacto ambiental na produção. A BASF e a Dow, por exemplo, desenvolveram uma nova maneira de fabricar o óxido de propileno, que tem uma demanda global de 14 bilhões de toneladas, com redução em 80% do uso da água e 35% de energia.


8- A preocupação com o uso da água só cresce
A preocupação com a redução do uso da água nos processos produtivos estava reservada a empresas que possuíam este subsídio como fundamental em suas atividades. Diversas empresas têm percebido que analisar seu uso da água pode ajudá-las a encontrar oportunidades para eficiência e otimização na produção, além de inovação. Um exemplo é o caso Water

9- Empresas aprendem a fechar o ciclo
A promessa de uma sociedade com ciclo fechado – onde tudo seria reciclado e transformado em novos produtos e embalagens – parece estar cada vez mais próxima de ser cumprida. As empresas têm encontrado maneiras de transformar produtos, principalmente embalagens, em novos. Exemplos não faltam, como a Starbucks que pretende reciclar 100% de seus copos até 2015 e parcerias de empresas com a TerraCyle, empresa de upcylcing, como é o caso da Nestlé aqui no Brasil.


10- Bioplásticos transformam-se em embalagens
Durante anos, a pesquisa por alternativas ao plástico derivado de petróleo liderou o trabalho de especialistas por diversos caminhos. Mas, em 2010, o bioplástico atingiu mais importância na agenda das empresas. Uma subsidiária da Coca-Cola, a Odwalla, afirmou que já substitui suas embalagens de bebidas por plástico derivado de melaço e cana de açúcar e a Pepsico, com a embalagem de seu salgadinho Frito-Lay, feito a partir de um polímero de milho, são alguns dos exemplos.


Além das tendências, o relatório mede a sustentabilidade da economia norte-americana a partir de 20 indicadores, desde o nível das emissões de gases até o investimento em relatórios de sustentabilidade.
 
 
 

domingo, 25 de novembro de 2012

POST 173: AS EMPRESAS DE TECNOLOGIA MAIS VERDES DE 2012


Todos os anos, o Greenpeace lança um ranking que avalia os esforços das principais empresas de tecnologia do mundo para se tornarem mais sustentáveis.
 
O “Guia de Eletrônicos Verdes” observa se as metas ambientais prometidas por elas - como a redução das emissões de CO2 e retirada de produtos tóxicos dos aparelhos -, estão sendo de fato cumpridas.

Na 18ª edição, o guia avaliou as qualidades ecológicas de 16 marcas.
As companhias que tiveram o pior desempenho, com pontuação abaixo de 4 (de um total de 10) foram: 
 
Lenovo,
Philips,
Panasonic,
LGE,
HCL Infosystems,
Sharp,
Toshiba e,
Rim.
 
Confira o ranking completo no Guia de Eletrônicos Verdes.


FONTE:
Exame

terça-feira, 20 de novembro de 2012

POST 170: QUANTO MAIS VERDE MELHOR


O Eldorado Business Tower é um imponente edifício de 32 andares que se destaca na paisagem da marginal Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Por estar afastado do conjunto de espigões da avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, na zona sul da cidade, ele parece não ter concorrentes à altura. E, em certo sentido, não tem mesmo. O empreendimento é o primeiro - e, até o momento, o único - no Brasil que obteve a certificação platina, categoria máxima da Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), o principal selo de construção sustentável do mundo. Ao todo, apenas 44 prédios corporativos no mundo pertencem à categoria platina do selo verde emitido pelo Green Building Council (GBC). A pedido de EXAME, o GBC Brasil fez um ranking dos cinco prédios mais verdes do país. Além do Eldorado Business Tower, completam a lista o Eco Berrini, o Rochaverá Corporate Tower, o WTorre Nações Unidas e o WTorre JK. Todos eles ficam em São Paulo e, com exceção do Eldorado Business Tower, pertencem à categoria ouro, logo abaixo da platina (o Eco Berrini está em processo final de avaliação para ser elevado ao padrão platina).

Vistos de fora, esses prédios verdes não dão a dimensão exata do que têm de diferente - mas trazem, dentro de si, uma série de características inovadoras. Quando chove, o Eldorado Business Tower - que tem inquilinos como Gerdau, Odebrecht e General Electric - retém 25% da água que iria parar no rio Pinheiros, reduzindo o risco de alagamentos na vizinhança. A água captada pelo prédio é reaproveitada na irrigação dos jardins e nos vasos sanitários. Os elevadores possuem um mecanismo que recupera energia elétrica durante as descidas. Os vidros de alto desempenho permitem a entrada de 75% da luz solar no edifício e, ao mesmo tempo, deixam 72% do calor do lado de fora. Esse material especial representou um custo adicional de 2,5 milhões de reais para a obra, mas permitiu redimensionar o sistema de refrigeração, gerando uma economia de 4,5 milhões de reais na compra do ar-condicionado.

O Eco Berrini, uma torre de 32 andares, de propriedade do fundo de pensão Previ e alugado para a Telefônica, é mais um prédio que, à primeira vista, se parece com tantos outros edifícios modernos de São Paulo. Mas é uma das primeiras construções na cidade que, desde sua concepção, foi planejada para obter a certificação Leed. Sua fachada é toda envidraçada, o que garante a excelente luminosidade e reduz o consumo de energia. Para evitar a entrada excessiva de calor, a solução foi dividir as janelas que vão do chão ao teto do pavimento em três partes - as janelas superior e inferior, com vidros especiais, retêm mais calor.

Localizado também na região da marginal Pinheiros, o Rochaverá Corporate Tower, da incorporadora Tishman Speyer, é um dos maiores complexos comerciais de alto padrão de São Paulo. Ocupando um terreno de 34 000 metros quadrados, destaca-se por possuir inúmeras áreas verdes, que tornam o ambiente acessível aos que trabalham ou moram nas imediações. É como uma praça interligando uma estação de trem e os dois shoppings vizinhos. "Essa preocupação de inserção no meio urbano é fundamental para os prédios verdes", diz Marcelo de Andrade Romero, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Um edifício verde precisa ser sustentável desde seus primeiros dias de vida, reduzindo os transtornos na vida da cidade, como a quantidade de poeira, o trânsito intenso de caminhões e o barulho na fase de construção. É preciso considerar também que, uma vez de pé, ele não pode sombrear totalmente um prédio vizinho. Deve usar a maior quantidade possível de material reciclado, como refugo de outras obras, ou que tenham rápida renovação na natureza. A compra de matéria-prima de localidades muito distantes deve ser evitada. Não faz sentido, por exemplo, um empreendimento de São Paulo ou do Rio de Janeiro trazer madeira certificada do Acre, já que essa operação envolve um elevado custo ambiental com o transporte.


CUSTO E RETORNO
Para obter a certificação verde, um prédio precisa cumprir vários requisitos: o projeto deve proporcionar eficiência energética, permitir a redução do consumo de água, usar material reciclado, melhorar a qualidade interna do ambiente e apresentar inovações tecnológicas. Com as soluções avançadas que adotam, os edifícios verdes custam até 7% mais do que prédios de alto padrão erguidos sem as mesmas preocupações ambientais. Trata-se de uma conta enganosa. Os prédios sustentáveis também estão se tornando uma exigência no mundo corporativo graças à redução de até 10% nas despesas com manutenção. "O retorno operacional dos edifícios certificados é rápido", diz Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil. O preço do condomínio, evidentemente, diminui, mas não o do aluguel, que tem uma valorização alta. Segundo o portal Zap, maior banco de dados do mercado imobiliário do país, o preço do aluguel por metro quadrado em um prédio com o selo Leed chega a ser três vezes maior do que o de outros imóveis na mesma região.

Apesar da locação mais alta, muitas multinacionais buscam espaços nos prédios verdes para seguir o mesmo padrão de sustentabilidade adotado pela matriz no exterior. "No mundo dos negócios, estar num prédio verde é hoje uma preocupação da maioria das grandes companhias", afirma Roberto Aflalo Filho, sócio do escritório paulistano de arquitetura Aflalo & Gasperini, responsável pelos projetos do Eldorado Business Tower e do Eco Berrini. Aflalo Filho lembra que, nos anos 70, essa era uma preocupação no mundo da construção. A regra era erguer o prédio e vendê-lo rapidamente com o maior lucro possível. Nas duas décadas seguintes, os fundos de pensão passaram a investir em imóveis, o que levou ao surgimento de empreendimentos de alta durabilidade e baixo custo de manutenção. Nos anos 2000, novas tecnologias tornaram viáveis conceitos inovadores que custavam a sair das pranchetas. "A construção de um prédio verde é uma decisão econômica que leva em conta o investimento e o retorno. Um prédio que não incorpora essa visão é como um carro beberrão, que só se desvaloriza e acaba não sendo usado", diz Aflalo.

O valor de um prédio verde vai além do tangível - ele pode ser refletido na imagem das empresas que optam em habitá-lo. "Ao se instalar num edifício assim, uma empresa busca mostrar à sociedade que se preocupa com o meio ambiente", diz Romero, da USP. Pode até ser um passo importante, mas evidentemente não se trata da panaceia dos problemas de sustentabilidade corporativa. Na China está sendo construído o primeiro edifício sustentável com 100% de eficiência energética - produzirá toda a energia que consumir. Ainda em processo de certificação Leed, o Pearl River Tower, na cidade de Guangzhou, é um arranha-céu de 69 andares que prevê a geração de energia por meio de painéis solares e aerogeradores, ventilação em piso elevado e coletores de água da chuva. Entre as empresas que ocuparão o espaço está a China National Tobacco Corporation, uma companhia polêmica por natureza.

LIDERANÇA AMERICANA
O Brasil é atualmente o quarto país do mundo com mais prédios corporativos verdes - 46 empreendimentos obtiveram o selo e outros 490 estão em processo de avaliação. Os Estados Unidos são, disparado, líderes nessa área, com 11 385 prédios verdes certificados, seguidos da China, com 210, e dos Emirados Árabes Unidos, com 50. Dos 44 prédios corporativos verdes no mundo com certificação platina, 33 são americanos. No coração de Manhattan, Nova York, fica a sede do Bank of America, cujo arranha-céu de 55 andares é considerado o edifício mais verde do mundo. Por estar ao lado da Times Square, onde há conexão para quatro linhas do metrô, o prédio do Bank of America dispensa garagens para carros. Na parte invisível para a maioria dos frequentadores, há um engenhoso sistema de armazenamento de gelo que supre 25% da necessidade de refrigeração anual do prédio, reduzindo os picos de energia, comuns em certas horas do dia. À noite, quando a maioria dos funcionários já foi embora dos escritórios, a sobra de eletricidade é usada para produzir gelo para o dia seguinte.

O primeiro prédio verde de Nova York foi o Hearst Tower, sede do grupo de mídia Hearst Corporation. A moderna torre, projetada pelo arquiteto britânico Norman Foster, foi concluída em 2004 e preservou as características do prédio original de três andares, construído em 1928. A torre gasta 26% menos energia do que um prédio convencional, retém 25% da água das chuvas e conseguiu diminuir em 869 toneladas a emissão anual de gases do efeito estufa, o correspondente à retirada de 174 carros das ruas.

Na Índia fica o único prédio corporativo fora dos Estados Unidos entre os cinco mais verdes do mundo. O Kalpataru Square foi o primeiro projeto na Ásia a obter a certificação Leed. Localizado próximo ao aeroporto de Mumbai, o empreendimento foi erguido para impulsionar o crescimento do distrito de negócios de Andheri. Seu projeto previu a redução de até 61% do escoamento da água de chuva, que é reaproveitada na irrigação dos jardins e nos vasos sanitários. Os indianos acreditam que empreendimentos como o Kalpataru Square podem estimular outras empresas a investir na melhoria de sua sede, ajudando a criar uma nova imagem para o país.

OS PRÉDIOS MAIS VERDES
O Brasil tem 46 prédios corporativos com o selo verde Leed. Abaixo, os cinco melhores. Apenas um deles, o Eldorado Business Tower, pertence à categoria máxima, platina

OS MELHORES DO BRASIL:
Eldorado Business Tower/São Paulo
Eco Berrini/São Paulo
Rochaverá Corporate Tower/São Paulo
WTorre Nações Unidas/São Paulo
WTorre JK/São Paulo
No mundo todo, os Estados Unidos lideram as certificações, com 11 385 prédios corporativos verdes. A seguir, o ranking dos cinco melhores do mundo

OS MELHORES DO MUNDO:
Bank of America Tower/Nova York, Estados Unidos
Banner Bank Building/Boise, Estados Unidos
1200 Nineteenth Street/Washington, Estados Unidos
Kalpataru Square/Mumbai, Índia
1800 Larimer/Denver, Estados Unidos
 

Fonte: Green Building Council

Retirado de Planeta Sustentável

sábado, 2 de junho de 2012

POST 122: 10 CAMINHOS PARA O CONSUMO CONSCIENTE

Está claro que o ritmo de consumo atual cresce muito além do que a Terra é capaz de oferecer. Segundo o último relatório Living Planet, da WWF a população mundial consome 50% mais recursos naturais do que o planeta renova e, se a demanda continuar aumentando como nos últimos vinte anos, em 2050 precisaríamos de três planetas para suprir esse consumo.

Soma-se a isso o fato de que 76% de todo o consumo mundial vem de apenas 16% da população, como apontado pelo documento O Estado do Mundo, publicado pelos institutos WWI e Akatu. Ou seja, uma minoria mais rica é responsável pela maior pressão exercida sobre os recursos naturais.
Com a expansão da classe média e a retirada de pessoas da pobreza - que é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e uma grande discussão quando se fala em economia verde - aumentar a demanda colocaria em risco a sobrevivência não do planeta, mas da humanidade.

Por conta do limite planetário, seria preciso um enorme ganho de produtividade para suprir a necessidade mundial. "Precisaríamos fazer com que cada produto passasse a ser produzido com 80% menos recursos naturais. Mas isso não vai acontecer no curto prazo. Só a mudança tecnológica não consegue dar conta. Logo, nós precisamos de uma mudança muito significativa do lado do consumo", afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.

Daí vem a urgência por um novo modelo de economia, em que prevalece o consumo inteligente - aquele que valoriza a compra do necessário e não do supérfluo e que é consciente do impacto ambiental que gera. E, é claro, modelos de produção mais sustentáveis. "Precisamos de uma economia bem diferente da que temos hoje, que muda o paradigma da sociedade. Eu chamaria esta de civilização do bem-estar e não do consumo", propõe Mattar.

A partir desta reflexão o Instituto Akatu elaborou o Decálogo do Consumo Consciente. São dez indicações para a sustentabilidade na produção e no consumo, direcionadas a cidadãos, governos e indústria, para que se alcance mais equidade, justiça e bem-estar.

Veja o que o Decálogo valoriza:

1. Os produtos duráveis mais do que os descartáveis ou de obsolescência acelerada;
2. a produção e o desenvolvimento local mais do que a produção global;
3. o uso compartilhado de produtos mais do que a posse e o uso individual;
4. a produção, os produtos e os serviços social e ambientalmente mais sustentáveis;
5. as opções virtuais mais do que as opções materiais;
6. o não-desperdício dos alimentos e produtos, promovendo o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil;
7. a satisfação pelo uso dos produtos e não pela compra em excesso;
8. produtos e escolhas mais saudáveis;
9. as emoções, as ideias e as experiências mais do que os produtos materiais, e
10. a cooperação mais do que a competição.

"Dizer para a classe média, recém-chegada ao mercado do consumo, que ela não pode consumir, além de idiotice, é injusto. Mas é possível dizer para essas pessoas que existe um consumo mais inteligente. É preciso informação para se consumir de outra forma e que a população seja estimulada para isso. É disso que se trata essa transformação que os dez itens propõem", finaliza Helio Mattar.

Estas informações foram extraídas do bate-papo "Como podemos crescer dentro de uma economia de consumo consciente?" entre Helio Mattar e Lúcia Barros, diretora da revista Máxima (parceira do Planeta Sustentável), promovido no dia 23/05, na Editora Abril.


sábado, 26 de maio de 2012

POST 112: AS 10 MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA UM PASSEIO NO PARQUE

O contato com a natureza é um luxo para quem mora nos grandes centros urbanos, sem falar dos benefícios à saúde. Para os fãs da paisagem, o guia Frommer's listou as dez cidades do mundo que cuidam de seus parques e áreas verdes de forma exemplar.

NOVA IORQUE
Esqueça todo o concreto, barulho, tráfego pesado, e o corre-corre da multidão de gente que parece se deslocar em bloco.
Nova Iorque, uma das cidades mais vibrantes do mundo, quem diria, tem alguns dos parques mais bem cuidados e atraentes, na avaliação do Guia.
O mais conhecido e famoso, claro, é o Central Park, cenário de inúmeros filmes e séries de TV. Também em Manhattan, outro parque que chama atenção é o "lindamente arborizado" Tryon Park. Em municípios vizinhos, destaque para o Prospect Park e o Brooklyn Botanic Gardens e ainda o Pelham Bay Park, no Bronx.
O que todos eles têm em comum? "Beleza garantida em todas as estações", garante o Frommer´s.
 



BARCELONA
A segunda colocada na lista é Barcelona. De acordo com o Guia, as áreas mais bonitas e bem servidas de vegetação não ficam no centro histórico catalão, mas nos parques e colinas da redondeza.
Dentre as atrações, o Parc Güel é "uma combinação estonteante" de parque e inovadoras formas arquitetônicas e esculturais, cortesia do gênio Antoni Gaudí. Em termos de dimensão, ganha o parque Ciutadella, que tem dois museus, um zoológico e festivais de música durante o verão.
Já em Montjuïc, perto do estádio olímpico, ficam os Jardins Mossen Costa e Llobera, lar de centenas de variedades de cactos, e os Jardins Mossen Cinto Verdaguer, onde cem mil espécies de plantas florescem todos os anos.


LONDRES
A cidade que pretende realizar os Jogos Olímpicos mais verdes da história pontua bem quando o assunto é conservação de seus parques. Terceira colocada na lista da Frommer´s, Londres possui oito parques principais, conhecidos como Royal Parks, donos de paisagismo impecável.
Quem passeia por eles desfruta não apenas do visual belíssimo de canteiros coloridos – uma explosão de flores e fragâncias - mas da arquitetura histórica, estátuas, fontes, lagos e memoriais.


PARIS
A Primavera torna os jardins de Paris uma atração à parte. De acordo com o Guia, alguns do mais belos parques da cidade se encontram em pequenas praças em bairros locais, mas há também vários exemplos significativos de projetos do clássico jardim francês.
Um desses pontos românticos são os Jardins de Luxemburgo, nas dependências do Palácio de Luxemburgo, sede do senado francês.
Esse cartão postal parisiense possui um lago, fontes e árvores imponentes, além de coloridos canteiros de flores. O espaço também funciona como uma galeria de arte a céu aberto, com importantes esculturas e coleções que remontam ao século XVI.


MUNIQUE
Embora boa parte da beleza dessa cidade alemã se concentre em sua arquitetura histórica, ruas de paralelepípedo e na famosa hospitalidade bávara, é nos parques da cidade que os visitantes encontram ar fresco e contato com a natureza, diz o Frommer´s.
O maior parque de Munique e também mais famoso é o Jardim Inglês (Englischer Garten), um verdadeiro convite para se sentar na praça, próximo ao pagode chinês e alimentar os patos no lago, enquanto beberica uma cerveja local.
Endereço da mundialmente famosa Oktoberfest, Munique é também umas das 10 melhores cidades do mundo para caminhar, segundo o Guia.


CHICAGO 
Combinando paisagens naturais com árvores frondosas, jardins e esculturas, os parques estão por todas as partes em Chicago, ocupando 8% do território da cidade.
De frente para o Lago Michigan, o Grant Park é um dos melhores e maiores espaços verdes e funciona como palco de eventos importantes.
Foi lá que o presidente amerciano Barack Obama fez seu primeiro discurso após a vitória nas eleições dos EUA, em 2008.


SÃO FRANCISCO 
A sétima colocada na lista de cidades com melhores parques é a americana São Francisco, na Califórnia.
Em suas praças e espaços ao ar livre, os moradores se reúnem para praticar exercícios físicos, participar de comícios políticos ou simplesmente se refugiar do movimento da cidade no meio da natureza.
O mais famoso, o Golden Gate Park, tem um jardim japonês e oferece uma série de atividades de lazer, que vão de aulas de golfe à arco e flecha.


MELBOURNE
Totalmente plana, Melbourne é considerada a melhor cidade da Austrália para viver sem se preocupar em ter um carro para se locomover.
Ela se torna ainda mais atraente para quem pretende levar um estilo de vida ecofriendly por ser o município urbano australiano com mais espaços voltados para parques.
No Royal Botanic Gardens, é possível encontrar mais de 12 mil espécies de plantas, árvores e flores, além de uma fauna belíssima, composta de cisnes negros, cangurus e esquilos.
A paisagem é o cenário perfeito para caminhadas, um piquenique, ou só para sentar e ler um livro.


TÓQUIO
A imagem de Cerejeiras floridas é sem dúvida uma das mais presentes no imaginário de muita gente e realmente trata-se de um espetáculo a parte, que atrai milhares de turistas para a cidade durante a Primavera.
De acordo com o Guia, muitos dos parques de Tóquio eram, no passado, de propriedade particular e foram transformados em espaços públicos com paisagens ornamentais.
O Hibiya Park é o principal parque da cidade no "estilo ocidental", com fontes, lagos e caminhos sinuosos, canteiros floridos, esculturas, e um hall para eventos e concertos ao ar livre.
Para um jardim mais tradicional, a opção é visitar o Hama Rikyu Gardens e o Kiyosumi Gardens, típicos jardins japonêses.


FILADÉLFIA
A cidade possui números que impressionam: são 63 parques que se estdem ao longo do rio Schuylkill e ocupam cerca de 10% da área da Filadélfia.
Os parques abrigam edifícios históricos, o mais antigo jardim zoológico dos EUA, seis campos de golfe, trilhas de bicicleta, locais para exercícios, e uma série de jardins e zonas arborizadas.
Destaque para o Wissahickon Valley Park, com seus 50 quilômetros de terreno acidentado que tornam mais divertidos os passeios de bike, e o riacho Wissahickon, onde é possível pecsar truta.




FONTE: EXAME

POST 111: 7 MULTIMILIONÁRIOS DOS NEGÓCIOS "VERDES"

Aloys Wobben

Ele instalou sua primeira usina eólica no quintal da própria casa em 1984. Hoje, o empreendedor alemão Aloys Wobben é dono da Enercon, uma gigante do setor de construção de geradores eólicos, que já instalou mais de 17 mil aparelhos em 30 países pelo mundo, além de empregar mais de 12 mil pessoas. No ranking da Forbes, Wobben é o maior bilionário verde do mundo, com um patrimônio líquido de cerca de US$ 2,3 bilhões.


Rubens Ometto

O segundo homem mais rico em negócios verdes é o brasileiro Rubens Ometto Silveira Mello, o “único bilionário do etanol”. O executivo é dono da Cosan, a maior exportadora mundial de açúcar e etanol e detentora da marca Esso no Brasil. Seu partimônio “verde” líquido, diz a Forbes, chega a US$1.9 bilhão.



Zhu Gognshan

Quem aparece na terceira colocação, atrás de Aloys Wobben e Rubens Ometto, é o empresário Zhu Gognshan, dono da GCL Energia Poly, maior empresa chinesa de policilício, principal matéria prima para a fabricação das placas de energia solar. A companhia está envolvida em quase todos os métodos de produção de energia, exceto o nuclear. Zhu construiu sua primeira usina de eletricidade em 1996. Hoje, possui um patrimônio “verde” líquido de US$ 1,4 bilhão.
  

 

Elon Musk

Ele estreou na lista de bilionários da Forbes este ano, em grande medida graças às fortunas quem vem fazendo à frente da fabricante de carros elétricos Tesla, que nasceu no Vale do Silício com a poposta de gerar quatro-rodas esportivos possantes movidos a eletricidade. Elon Musk também usufrui do bom momento de outros empreendimentos que possui, como o PayPal e o SolarCity, empresa líder na instalação de paineis solares nos EUA por sistema de aluguel. De acordo com a Forbes, mais da metade de seu patrimônio líquido total (estimado em US$2 bilhões) foi alcançado com



Fan Zhaoxia

Uma das novas bilionárias da China, Fan Zhaoxia é co-fundadora da empresa Pequim Jingyuntong Technology, que produz equipamentos para a indústria fotovoltaica de energia solar. Ano passado o patrimônio verde líquido de Fan foi estimado em US$ 1 bilhão.


 

Christy Walton

A mulher mais rica do mundo recebe quase todo seu patrimônio líquido de sua participação no Wal-Mart, que herdeu de seu marido John Walton, falecido em 2005. O empresário foi um dos primeiros investidores em painel solar na empresa fisrt solar. Ano passado, a participação de Christy Walton Solar valia US$ 4,2 bilhões. Filantropa, a empresária apoia museus, projetos de educação e jardinagem orgânica.


Vinod Khosla

Vinod Khosla, fundador do grupo de capital de risco centrado em novas companhias de tecnologia limpa e energia renovável Khosla Ventures, é um grande entusiasta e visionário da sustentabilidade. Boa parte de sua fortuna vem da empresa de biocombustível Kior e da de biotecnologia Amyris. Somados com startups que surgem aqui e ali, esses empreendimentos respondem por um patrimônio líquido de US$1,3 bilhão. Sua ambição do momento é transformar a biomassa num equivalente químico do petróleo bruto.



FONTE: INFO

quinta-feira, 22 de março de 2012

POST 69: ESTUDO DA KPMG IDENTIFICA 10 “MEGAFORÇAS” RELACIONADAS À SUSTENTABILIDADE QUE AFETARÃO CRESCIMENTO DAS EMPRESAS


Custo dos impactos ambientais duplica a cada 14 anos; Companhias devem esperar por alta dos custos ambientais externos, que atualmente não são indicados nas demonstrações financeiras; Empresas e formuladores de políticas devem tomar decisões conjuntas e agir diante desse cenário.

Uma nova pesquisa da KPMG International identificou 10 “megaforças” (veja descrição logo abaixo) que afetarão, de maneira significativa, o crescimento das empresas de modo global nas próximas duas décadas.
O estudo “Espere o inesperado: construindo valor para os negócios em um mundo em mudança” (“Expect the unexpected: building business value in a changing world”) explora questões como as mudanças climáticas, volatilidades relacionadas ao suprimento de energia e combustíveis, disponibilidade e custo da água e de outros recursos, assim como problemas relacionados ao crescimento demográfico dos centros urbanos.

A análise examina como estas forças globais podem ter impacto sobre os negócios e indústrias, calcula os custos ambientais dos negócios e convoca empresas e formuladores de políticas a conjugar esforços para mitigar futuros riscos para os negócios e tomar atitudes imediatas frente às oportunidades.

De acordo com Michael Andrew, presidente da KPMG International, “estamos vivendo em um mundo com recursos limitados. O rápido crescimento de mercados em desenvolvimento, mudanças climáticas e questões de segurança energética e água estão entre as forças que exercerão enorme pressão sobre os negócios e a sociedade. Nós sabemos que os governos sozinhos não podem enfrentar esses desafios. As empresas devem assumir um papel de liderança no desenvolvimento de soluções que ajudarão a criar um futuro mais sustentável. Ao alavancar suas capacidades de melhorar os processos, criar eficiências, gerenciar riscos e promover inovação as empresas contribuirão com a sociedade e com o crescimento econômico no longo prazo”.

A pesquisa da KPMG considera que os custos ambientais externos (que muitas vezes não são indicados nas demonstrações financeiras, pois seus portadores podem ser indivíduos ou a sociedade como um todo, sendo também geralmente não-monetários e problemáticos para serem quantificados como valores monetários) de 11 setores-chave da indústria subiram 50%, de US$ 566 bilhões para US$ 846 bilhões em oito anos (de 2002 a 2010), duplicando assim em média a cada 14 anos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

POST 66: OS 50+ IMPORTANTES LIVROS EM SUSTENTABILIDADE


O Instituto Jatobás, em parceria com a Editora Peirópolis, patrocínio da Braskem e, copatrocinio da WWF e da Universidade Paulista - UNIP, lança no dia 12 de março, às 8h30, na Fundação Getúlio Vargas - FGV, a obra Os 50 + importantes livros em sustentabilidade – edição inédita em português do trabalho do autor Wayne Visser e da Universidade de Cambridge.

O evento, que visa fazer um paralelo entre as ideias abordadas na publicação e as discussões sobre Economia Verde, contará com a participação de especialistas empresariais, de universidades, do terceiro setor e do poder público.


A obra Os 50 + importantes livros em sustentabilidade é resultado de uma enquete realizada, em 2008, entre líderes seniores e ex-alunos do Cambridge Programme for Sustainability Leadership (CPSL). “Em 2008, o CPSL iniciou um projeto ambicioso: identificar os livros mais influentes sobre sustentabilidade, entrevistar o maior número de autores possível e compilar suas descobertas em uma resenha acessível.

Como resultado, temos uma coleção de uma das maiores análises dos desafios globais, sociais, ambientais e éticos com os quais nos deparamos, e as soluções criativas de que necessitamos para com eles lidar”, destaca Polly Courtice, diretora do CPSL, no texto de introdução do livro.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

POST 54: OS 10+ PAÍSES VERDES



10 – Suécia (68.82 pontos)

População: 9,379,116
Área: 443,016 km²
PIB per capita: $33,686
O esforço em adotar fontes alternativas de energia é um dos pontos que garantiu a presença da Suécia entre os dez primeiros colocados do ranking. Há cidades, como Borás, que praticamente são livres de lixo porque reciclam a maior parte dos resíduos sólidos gerados pela população transformando-os em energia. A produção de bioenergia abastece casas, estabelecimentos comerciais e até mesmo frotas de ônibus, que integram o sistema de transporte público.

Mas essa geração limpa não nasceu de forma espontânea, ela foi implementada para atender uma rigorosa legislação que proíbe a existência de aterros sanitários nos países da União Europeia. A Suécia foi também um dos primeiros países onde as leis de conservação da floresta entraram em vigor, em 1886. Essas leis estipulavam que áreas desmatadas deveriam ser reflorestadas. Atualmente, a cobertura florestal corresponde a 69% do território do país.





9 – Reino Unido (68.82)

População: 62,218,761
Área: 244,840 km²
PIB per capita: $32,187
Depois da Eco-92, no Rio de Janeiro, e da segunda Conferência Ministerial para a Proteção das Florestas na Europa, ocorrida em 1993, o governo adotou uma política para promover o uso sustentável das florestas com o objetivo de implementar o manejo sustentável e assegurar uma expansão constante da cobertura florestal.

Nos últimos anos, o Reino Unido vem oferecendo generosos incentivos para o desenvolvimento de tecnologias ambientais, que vão do tratamento de água à reciclagem, a fim de atender às rígidas metas nacionais e da União Europeia para redução de emissões. Entre o G8, o país é líder no combate às mudanças climáticas.





8 - Itália (68.9 pontos)

População: 60,483,521
Área: 300,906 km²
PIB per capita: $26,753
Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de papel, pano ou de materiais biodegradáveis.

Palco recente de uma tragédia com riscos ambientais graves (de um possível vazamento de óleo do Costa Concordia), a Itália ocupa o nono lugar do ranking EPI. Diante do naufrágio do cruzeiro em uma ilha paradisíaca de rico ecossistema, o governo italiano resolveu enrijecer as regras de navegação na costa e limitar a aproximação de grandes embarcações da costa.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

POST 35: AS EMPRESAS DE T.I QUE MAIS APOSTAM EM SOLUÇÕES VERDES


São Paulo – Com a indústria de TI em expansão e a multiplicação de novos servidores, que aumentam a pressão sobre a demanda de energia, torna-se cada vez mais crítica a necessidade de manter o setor sustentável .



Algumas empresas já fazem a sua parte, conforme mostra o ranking Leaderboard TI Cool, do grupo ambientalista Greenpeace, que classificou as 21 grandes empresas de TI por suas iniciativas verdes e potencial para influenciar as decisões globais sobre energia e clima. Também são levados em conta os esforços dessas empresas para reduzir emissões e aplicar soluções de energia inteligentes em suas linhas de produção, além do apoio que dão às políticas ambientais.


Segundo Gary Cook, analista internacional do Greenpeace, os gigantes da tecnologia têm uma real oportunidade de influenciar a maneira de se produzir e utilizar energia. “O setor de TI gosta de se considerar visionário mas se mantém muito inerte enquanto a indústria de energia ‘suja’ continua exercendo influência indevida no processo político e nos mercados financeiros”, afirmou durante lançamento do guia.

You can replace this text by going to "Layout" and then "Page Elements" section. Edit " About "

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

MAPA DE PAÍSES QUE JÁ ACESSARAM O COMPARTILHE SUSTENTABILIDADE!

free counters

NÚMERO DE LEITORES POR PAÍS DE ACESSO DO COMPARTILHE SUSTENTABILIDADE!

free counters
 

COMPARTILHE SUSTENTABILIDADE! Copyright © 2011 -- Template created by O Pregador -- Powered by Blogger