quinta-feira, 29 de março de 2012

POST 76: PARQUES URBANOS - OÁSIS DENTRO DAS GRANDES METRÓPOLES




As cidades oferecem experiências excitantes, que podem ir desde à descoberta de museus até compras, restaurantes, bares e cinemas, mas por vezes é bom fugir das ruas movimentadas, barulho e agito comuns em uma grande cidade.

Parques urbanos são os lugares ideais para relaxar. Espaços verdes em cidades dão um gostinho de campo e oferecem uma alternativa de lazer para quem quer dar uma escapada das ruas movimentadas, engarrafamentos no trânsito e na vida agitada da cidade, onde se pode desfrutar da companhia da família e amigos, fazer um piquenique ou um churrasco, ou, simplesmente, tirar um tempo para apreciar o ambiente verde e, por um momento, permitir-se esquecer que está no coração de uma cidade.

Nas grandes metrópoles, um dos pontos turísticos são os seus parques urbanos, localizados nas áreas centrais da cidade.


POST 75: ÓCULOS FEITOS COM SKATES QUEBRADOS



A marca Holloway lançou uma série de óculos super divertidos e sustentáveis utilizando o skate como inspiração e matéria prima.

A grande inovação esta no material utilizado para a armação que reutiliza a madeira de shapes de skates quebrados e velhos. Além de ser uma bela ação sustentável os shapes criam uma textura interessante na armação conferindo um estilo cool aos óculos.
Bacana demais né?

Veja a galeria de fotos [clique nas imagens para ampliar]:








Links externos: Holloway
FONTE: COLETIVO VERDE

POST 74: BM&FBOVESPA RELANÇA BOLSA SUSTENTÁVEL


A BM&FBovespa relançou hoje a Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA) que vai servir de ponte para investidores interessados em financiar projetos sociais. Todos podem contribuir, sejam pessoas jurídicas ou físicas residentes no Brasil ou no exterior.

As contribuições, de no mínimo R$ 20,00, podem ser feitas no novo site da BVSA (http://www.bvsa.org.br/). Desde 2003, ano em que foi lançado o projeto, a bolsa socioambiental já captou mais de R$ 12 milhões que foram investidos em mais de 100 projetos.


"Esse projeto é o menino dos olhos da BM&FBovespa. A BVSA tem um formato semelhante ao de uma bolsa de valores. Queremos listar o maior número de projetos possível de organizações não governamentais, entidades filantrópicas, escolas municipais, etc", disse Edemir Pinto, diretor presidente da BM&FBovespa.

quinta-feira, 22 de março de 2012

POST 73: REFLEXÕES SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


 
Esse negócio de mudanças climáticas pode ser polêmico. Hoje, a maior parte dos cientistas acredita que a emissão excessiva de gás carbônico está ajudando a mexer com todo o equilíbrio da geo e biosfera. A sociedade está pouco a pouco seguindo esse mesmo paradigma. Mas ainda há gente que se questiona. Será mesmo que é culpa humana? Mesmo que não fosse, o que vai acontecer? O que se pode fazer a respeito?
O que me parece, para resumir bem resumido, é que tendências naturais do planeta estão se somando a impactos provocados pelo ser humano, até chegar num ponto de mudança. Mais tempo ou menos tempo (medido em milhões de anos), o clima da Terra mudaria de qualquer jeito. Mas com nossas emissões de gases na atmosfera provavelmente estamos acelerando e alterando o curso dessas mudanças

.
O que pode causar certo pânico é que a humanidade provavelmente nunca viveu uma mudança tão forte dessas desde sua existência – curta como o último dia em relação a um ano inteiro – veja a curiosidade no fim do post). E, para nós, é muito difícil conviver com a incerteza, algo que nenhum humano antes de nós tenha dito como é.

POST 72: TRATAMENTO ADEQUADO DO LIXO DOMICILIAR PODE GERAR US$ 10 BI POR ANO AO PAÍS


O lixo domiciliar, se tivesse tratamento adequado, poderia gerar recursos da ordem de US$ 10 bilhões ao país por ano, dinheiro suficiente para beneficiar a população brasileira com cestas básicas e um plano habitacional. A estimativa é do economista Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil Ambiente e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável. Calderoni acredita que o país vai conseguir captar cerca de 80% desse valor em cinco a dez anos.


Para o economista, o “processo social de amadurecimento” que o país viveu nos últimos anos pode, com a implantação da atual Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece, por exemplo, o fim dos lixões e a logística de retorno de embalagens e produtos usados, aumentar ainda mais os ganhos com a reciclagem de lixo no Brasil.

POST 71: VEJA COMO SER UM PROFISSIONAL AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL

O consumo sustentável. A maioria dos consumidores já deixou bem claro que prefere adquirir produtos de empresas que tem práticas sustentáveis. Mas, e do lado dos trabalhadores. Será que eles estão preocupados em ser ambientalmente responsáveis no ambiente de trabalho? E, mais do que isso, como ser um profissional assim?

Antes de mais nada, ser ambientalmente responsável deve ser algo que parte do próprio funcionário, que não deve ficar simplesmente esperando ações da empresa. O diretor comercial da Buona Vita Cosméticos, Sergio Ernesto, explica que para o trabalhador desenvolver práticas sustentáveis, ele tem que começar analisando o seu próprio ambiente de trabalho.

O que você pode fazer?
Em cada empresa e ramo de atuação, existem algumas ações específicas a serem tomadas, e o funcionário deve ter uma percepção do ambiente para pensar em práticas sustentáveis. Em qualquer escritório, porém, há dicas que qualquer um pode aplicar, como o uso consciente das folhas de papel.

Imprimir o extremamente necessário, sempre pensando em usar o verso das folhas, está ao alcance de qualquer um. A questão dos copos plásticos segue a mesma lógica. Trazer de casa um copo de porcelana ou vidro, ou mesmo um squeeze, evita que você passe o dia todo consumindo água em copos de plástico. Pense que se você toma água 10 vezes por dia, serão 10 copinhos plásticos descartados no ambiente.

O pensamento deve ser o mesmo para os cafezinhos consumidos ao longo do dia. Quando o assunto é a energia, ainda mais atitudes podem ser adotadas. Desligar o monitor do seu computador ao sair para almoçar e quando vai embora é importante. Por mais que o profissional considere que o desperdício de energia seja mínimo, ele deve pensar no conjunto todo.

Pense em quantas pessoas trabalham na empresa, ou seja, quantos monitores estão sugando desnecessariamente a energia do planeta. Além disso, um único dia pode não fazer tanta diferença, mas a conta fica alta ao final do mês. As luzes também são tema de preocupação e devem ficar desligadas, sempre que possível.

POST 70: SUSTENTABILIDADE: INVESTIMENTO PARA O FUTURO


Tenho visitado muitas empresas para discutir seus projetos de sustentabilidade. Algumas vezes no sentido mais amplo, que envolve os aspectos sociais, ambientais, econômicos e de governança corporativa.
 
Outras apenas consideram o assunto dentro de um contexto social ou ambiental. Mas todas estão buscando uma alternativa para se tornarem mais competitivas e, mais do que isso, serem respeitadas e se sustentarem em suas atividades.
 
Com os negócios cada vez mais complexos e o surgimento constante de novas tecnologias, buscar uma gestão sustentável pode ser, muito mais do que um diferencial, questão de sobrevivência. Essa é uma estratégia que pode aumentar a rentabilidade e atrair novos clientes, já que o consumidor está mais exigente e privilegia as empresas consideradas "sustentáveis".

A sustentabilidade busca um comportamento ético nos negócios, contribuir para o desenvolvimento econômico e social, a preservação do meio ambiente e melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores e da comunidade local. Além disso, é vantajosa economicamente para a empresa. No fim das contas, todos ganham. Mas para que essa ideia saia do papel e tenha resultados efetivos, é preciso muito planejamento.

Nos últimos anos, acompanhei empresas e executivos alardeando sobre ações sociais e ambientais. Mas na realidade, muitos ainda não fazem a lição de casa e investem seu tempo em um Planejamento Estratégico de Sustentabilidade – que possibilita investir recursos de maneira consciente, planejada e estruturada para saber quanto, como e onde investir. Assim, evita-se o desperdício de tempo e dinheiro em projetos sem fundamento, presentes na pauta do dia sem que alguém ao menos os tenha questionado.

A grande sacada é apostar em projetos de sustentabilidade que tenham relação com a atividade-fim da companhia, estratégias e planos futuros. Que tenham a ver com a sociedade e comunidade com a qual a empresa está envolvida. E como se consegue isso? Com uma clara definição de como a companhia pretende crescer, aonde ela quer chegar e como será o envolvimento das áreas-chave da organização. Tudo deve estar listado e mapeado para saber a influência dessas ações nos chamados grupos de interesse (stakeholders), na cadeia produtiva, de fornecimento, no meio ambiente, no corpo de funcionários e seus familiares, na comunidade e no relacionamento com os governos.

POST 69: ESTUDO DA KPMG IDENTIFICA 10 “MEGAFORÇAS” RELACIONADAS À SUSTENTABILIDADE QUE AFETARÃO CRESCIMENTO DAS EMPRESAS


Custo dos impactos ambientais duplica a cada 14 anos; Companhias devem esperar por alta dos custos ambientais externos, que atualmente não são indicados nas demonstrações financeiras; Empresas e formuladores de políticas devem tomar decisões conjuntas e agir diante desse cenário.

Uma nova pesquisa da KPMG International identificou 10 “megaforças” (veja descrição logo abaixo) que afetarão, de maneira significativa, o crescimento das empresas de modo global nas próximas duas décadas.
O estudo “Espere o inesperado: construindo valor para os negócios em um mundo em mudança” (“Expect the unexpected: building business value in a changing world”) explora questões como as mudanças climáticas, volatilidades relacionadas ao suprimento de energia e combustíveis, disponibilidade e custo da água e de outros recursos, assim como problemas relacionados ao crescimento demográfico dos centros urbanos.

A análise examina como estas forças globais podem ter impacto sobre os negócios e indústrias, calcula os custos ambientais dos negócios e convoca empresas e formuladores de políticas a conjugar esforços para mitigar futuros riscos para os negócios e tomar atitudes imediatas frente às oportunidades.

De acordo com Michael Andrew, presidente da KPMG International, “estamos vivendo em um mundo com recursos limitados. O rápido crescimento de mercados em desenvolvimento, mudanças climáticas e questões de segurança energética e água estão entre as forças que exercerão enorme pressão sobre os negócios e a sociedade. Nós sabemos que os governos sozinhos não podem enfrentar esses desafios. As empresas devem assumir um papel de liderança no desenvolvimento de soluções que ajudarão a criar um futuro mais sustentável. Ao alavancar suas capacidades de melhorar os processos, criar eficiências, gerenciar riscos e promover inovação as empresas contribuirão com a sociedade e com o crescimento econômico no longo prazo”.

A pesquisa da KPMG considera que os custos ambientais externos (que muitas vezes não são indicados nas demonstrações financeiras, pois seus portadores podem ser indivíduos ou a sociedade como um todo, sendo também geralmente não-monetários e problemáticos para serem quantificados como valores monetários) de 11 setores-chave da indústria subiram 50%, de US$ 566 bilhões para US$ 846 bilhões em oito anos (de 2002 a 2010), duplicando assim em média a cada 14 anos.

sábado, 17 de março de 2012

POST 68: INCRÍVEIS ESCULTURAS DE ANIMAIS CRIADAS COM A REUTILIZAÇÃO DE PEÇAS DE MOTO

O designer Jefferson Travis Pond cria esculturas maravilhosas reutilizando peças de motos e metal sucateado.

Com muita criatividade Jefferson seleciona peças de motos e metais e os reutiliza para criar incríveis esculturas. Com muita criatividade e uma técnica incrível o designer dá vida a tigres, aves, lobos e outras lindas criaturas.

Confira as imagens e curta este incrível trabalho.


sexta-feira, 16 de março de 2012

POST 67: RIO+20 PÕE O BRASIL NO DEBATE MUNDIAL SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


Em junho de 1992, o Rio de Janeiro voltou a ser, por decreto presidencial, a capital do Brasil. Protegidos por tanques e 15 mil homens do Exército no caminho entre o Aeroporto Internacional do Galeão e a zona sul, 108 chefes de estado desembarcaram na cidade para discutir os rumos do planeta, em busca de uma sociedade mais justa e sustentável.

O termo “sustentável”, aliás, tornou-se conhecido ali, na ECO-92, a histórica conferência que consolidou o ativismo ambiental e, progressivamente, levou às conversas das pessoas comuns conceitos como biodiversidade e mudanças climáticas.


Foram 12 dias de discussões que vararam noites – a ponto de deixar em carne viva os cotovelos do então embaixador do Brasil em Washington, Rubens Ricupero -, e também de uma maratona de manifestações de protesto, shows de música e apresentações de teatro que fizeram o lado festivo da conferência.

Entre os ilustres visitantes estava George Bush, em plena campanha pela reeleição à presidência dos Estados Unidos. Bush pai acabou derrotado pelo democrata Bill Clinton, mas, se os participantes da Eco 92 pudessem votar a derrota seria por diferença muito maior.

A figura mais hostilizada da conferência só foi festejada de alguma forma porque fez aniversário – 78 anos – e ganhou um bolinho de parabéns para você oferecido pelo presidente Fernando Collor, que estava no epicentro das denúncias que o enxotariam de Brasília três meses depois daquele encontro.

Vinte anos depois de sua estreia como cidade-marca de uma grande cúpula internacional, o Rio, agora sem tanques e com parte das favelas ocupadas por policiais militares, volta a ser, a partir de 13 de junho, a capital mundial do meio ambiente.

Cientistas, ativistas ambientais e chefes de estado tentarão, ao longo de 11 dias na cidade, apontar o caminho e estabelecer compromissos de governos e empresas para as próximas décadas, conciliando os anseios de uma classe média global emergente e a necessidade de frear o ritmo com que os 7 bilhões de humanos consomem os recursos do planeta – em 1992 éramos 5 bilhões e meio.

Bill Clinton é um dos convidados de honra aguardados, ao lado da chanceler alemã Angela Merkel, do governador-ator Arnold Schwarzeneger, do cantor Bono Vox, líder do U2, do cineasta James Cameron, de Avatar, e de 50 mil participantes inscritos para tentar, de novo, mudar o mundo.

As expectativas para Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, são imensas. Mas vêm seguidas de frustrações com as duas décadas em que houve menos avanços na área ambiental do que pretendiam os organizadores da Eco-92. É certo que hoje o mundo encara de forma diferente as questões ambientais, e a mudança se reflete em novos hábitos.

Há carros elétricos sendo produzidos, sacolas plásticas são banidas dos supermercados e as crianças absorvem, desde muito cedo, ao menos fragmentos do discurso "verde". Mas cientistas e autoridades no centro das discussões da Rio+20 alertam que mudanças muito mais profundas serão necessárias se o homem pretende, de fato, manter o planeta habitável para gerações futuras.

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